Séries Especiais

Durante o período da Reserva de Mercado no Brasil, as importações foram proibidas no Brasil, o que fomentou o mercado dos veículos fora-de-série e a criação de de séries especiais. Com isso, empresas como Dacon, Sulam, SR, Souza Cruz, Sultan, etc., eram mais que concessionárias, produzindo versões exclusivas dos carros disponíveis no Brasil até a reabertura das importações na década de 1990.

 

Ford Escort JPS

Logo após o lançamento no Brasil da terceira geração do Ford Escort, a Souza Ramos desenvolveu versões esportivas do modelo. Em homenagem à Lotus John Player Special da F1, surgiu o Escort JPS (Sem nenhuma relação com a marca de cigarros ou a equipe, que já utilizava motores Renault). Com frente redesenhada e mais agressiva, com faróis escamoteáveis e paralamas alargados. Motor turbo com potência aumentada de 83 para 100 HP e apêndices aerodinâmicos e rodas esportivas.

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Fierros

Fierro é uma expressão argentina para carros de performance mais acentuada.  Temos aqui 15 fierros clássicos hermanos

IKA- Renault Torino 380W

O Torino ganhou destaque após o bom resultado nas 84h de Nürburgring, onde os três carros feitos na Argentina enfrentaram de igual para igual os favoritos europeus (Triumph, BMW, Lancia, etc). O carro preparado por Oreste Berta a pedido de Fangio era baseado no modelo

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Os Ralis

Durante a década de 1950, após o automobilismo retomar suas competições de forma regular, os ralis ainda mantinham a atmosfera de aventura que caracterizavam as provas. Nessa época, poucas marcas tinham um departamento específico de ralis, e a maioria dos competidores usavam seus carros particulares para correr.

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Ford Experimental Research

A sigla XR, foi uma das mais emblemáticas para identificar versões esportivas dos modelos Ford, junto com as siglas, RS, SVT, ST, etc. Temos aqui 15 modelos da série XR que marcaram a história da Ford.

Mercury Cougar XR7

O primeiro carro do Grupo Ford a usar a sigla, foi o Mercury Cougar XR7, que era uma alternativa ao Thunderbird, da Ford, sendo um pony car com acabamento mais luxuoso. Sendo disponibilizado por 30 anos (1967 até 1997) foi o modelo mais longevo a usar a sigla.

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VWs Especiais

EMPI GTV
Joe Vittone era dono de uma pequena fábrica de acessórios para VWs desde 1954, e em 1966, comprou uma revenda Volkswagen-Porsche na Califórnia. Juntando a fome com a vontade de comer, vendia seus kits de veneno e acessórios para quem pagasse por eles. O negócio cresceu a ponto da VW America ameaçar não entregar mais carros para as concessionárias que vendiam os kits EMPI como opcionais.

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Esportivos FIAT

A FIAT tem um histórico de carros populares e alguns deles tiveram versões bem apimentadas. Reunimos aqui 15 das melhores versões esportivas da marca.

FIAT Uno Turbo

Lançado em 1985 para brigar com o Ford Fiesta XR2, MG Metro Turbo e Peugeot 205 GTI, o Uno Turbo i.e. foi a primeira versão esportiva do FIAT Uno, usando uma versão turbinada do motor 1.3 originária do FIAT Ritmo. 9 anos depois, a FIAT do Brasil lançou a própria versão do modelo, substituindo o 1.6 R mpi.

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Grand Prix

Com o surgimento dos primeiros automóveis, surgiram as primeiras corridas. Já em 1894, na França, foi realizada a primeira prova automobilística da história, a corrida entre Paris e Rouen. Com a evolução dos automóveis, as provas foram ficando mais complexas, passando a serem disputadas em circuitos fechados. Além disso, iniciativas como a Gordon Bennett Cup (criada pelo magnata das comunicações James Gordon Bennett Jr. em 1900 até 1905) e a Vanderbilt Cup ( criada em 1904 por William Kassam Vanderbilt II), estabeleceram as bases para os futuros Grandes Prêmios pela AIACR (Association International des Automobile Club Reconnus), predecessora da FIA: Provas anuais sendo disputadas por concorrentes de todo o mundo, utilizando um sistema de cores para identificar a origem das equipes, circuitos fechados e servindo de base para desenvolvimento de novas tecnologias para os carros.

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Williams Grand Prix

2017 marca os 40 anos da equipe de Frank Williams, embora tenha começado como Frank Williams Racing Cars entre 1969 e 1975, se estabeleceu como um dos maiores construtores da Fórmula 1, quando reabriu a equipe com seu novo sócio e parceiro Patrick Head em 1977, como Williams Grand Prix Engineering.

MG Metro 6R4

A British Leyland era patrocinadora da equipe e encomendou uma versão Gr.B de seu modelo popular, o Austin Metro. Em 6 meses a Williams entregou uma versão com motor central V6 3.0 aspirado baseado no Cosworth DFV da F1 e tração 4×4. Teve um início promissor, pena a categoria não ter durado muito. Foi utilizado em provas de rallycross e o motor foi aproveitado no Jaguar XJ220.

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Safety Cars

Em 1973, o Safety Car foi introduzido na F1, embora tenha causado confusão no início, o carro entrou no meio do pelotão levando a problemas na hora de contabilizar o resultado da prova, só retornou 20 anos depois após a FIA resolver retomar o pace car como medida de segurança nas provas.

Porsche 914/6 GT

O primeiro carro a ser utilizado como Safety Car na Fórmula 1, o Porsche 914 era carro de resgate, segurança e médico no mesmo veículo. Geralmente ficavam três modelos em pontos estratégicos da pista para melhor atendimento.

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Gr.A

O Grupo A começou sendo um degrau abaixo dos poderosos Grupo B de rally e como substitutos para os carros de turismo modificados (Grupo 2) na classificação FIA. Mas, com o fim dos Gr.B em 1986, foi promovido ao topo da cadeia alimentar.

Lancia Delta HF Integrale
Em 1986, a Lancia perdeu o título mundial para a Peugeot. A resposta? 6 mundiais consecutivos com o Delta HF (1987-1992). Até hoje considerado um dos melhores carros do WRC do todos os tempos.

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