Grandes Pilotos: Pat Moss-Carlsson

Pat Moss-Carlsson (1934-2008), começou sua carreira no hipismo onde conseguiu relativo sucesso, sendo parte da equipe da equipe inglesa de eqüitação. Mas tinha a paixão pelo automobilismo era de família, ela era irmã mais nova de Sir Stirling Moss OBE, e seus pais competiam também. Seu pai, Albert Moss, corria em circuitos, enquanto sua mãe participava de provas de trial. Algo que despertava seu interesse. Embora sua família estivesse profundamente ligada ao automobilismo, ela o odiava, mas mudou de idéia ao ser convidada por um amigo para assistir um rali na região onde morava.
Em 1953, começa a pilotar, e em 1958, na equipe de fábrica da BMC, começa a sua gloriosa carreira, com um Morris Minor, chega em quarto no RAC Rally (Inglaterra) e um outro quarto lugar, no Liège-Roma-Liège. Com um Austin Healey 100 ganha o primeiro dos seus cinco títulos do Campeonato Europeu de Rally para Damas (1958, 1960, 1962, 1964 e 1965).
Dois anos depois, ela ganha o Liège-Roma-Liège, com um Austin Healey 3000, e um segundo Lugar no Coupe des Alpes na França, no RAC de 1961 consegue um segundo lugar, atrás de Erik Carlsson, seu futuro marido, e companheiro de equipe.
Em 1962 conseguia mais resultados excelentes, terceiro no Rally Safari(Quênia), com um Saab 96, e no RAC Rally com um Austin Healey 3000, ganhou o Rali das Tulipas (Holanda) com um BMC Mini Cooper, carro que ela considerava arisco e traiçoeiro quando no limite. E, essa, foi a primeira das várias vitórias do pequeno carro nos ralis. No final do ano ela termina como vice campeã do Europeu de Ralis, terminando atrás de Eugen Böhringer da Mercedes-Benz.
Se muda para Ford em 1963, e em Março desse ano se casa com Erik Calrsson, e se muda para SAAB no ano seguinte, após uma tentativa falha da Ford em contratar Carlsson. Na Ford consegue um sexto lugar no Acropolis Rally (Grécia), e parece que sua mudança de equipe deu resultado. Na SAAB marca um terceiro no Acropolis Rally, quarto no Liège-Roma-Liège e no RAC, e quinto em Monte Carlo. Novamente fica em segundo lugar no final do campeonato europeu, a poucos pontos de Tom Trana, da Volvo.
Em 1968, nova mudança, dessa vez vai para a Lancia, onde reclama do forte subesterço do Fulvia HF, conseguiu um segundo lugar no Rallye Sanremo (Itália), perdendo para Pauli Toivonen (pai de Henri Toivonen), uma vitória no Sestriere Rally (Itália), um oitavo lugar na Grécia (Acropolis Rally) e um sétimo na França (Tour de Corse). No ano seguinte, ela termina em sexto em Monte Carlo, e no final do ano, dá a luz a Suzy Carlsson, essa segue uma bem-sucedida carreira na eqüitação. E apartir daí, passa a diminuir suas participações nos ralis, embora seu marido tenha se aposentado em 1967 após a SAAB se retirar dos ralis. Sua despedida foi um décimo lugar em Monte Carlo, com um Renault-Alpine A110 em 1972. Mas terminava oficialmente em 1974.

Deixe uma resposta