Vida após a F1

Muitos consideram a Fórmula 1 como o ápice da carreira, tanto pilotos como equipes, o sonho é competir lá. Muitos tentaram ao longo dos anos, alguns conseguiram e poucos se estabilizaram por lá. Mas e quando não dá certo?

Penske
Roger Penske é um dos maiores e mais respeitados chefes de equipe do automobilismo. Sua equipe tem raíes no automobilismo norte-americano, mas passagens em várias categorias: Endurance (SCCA, IMSA, ILMS), monopostos (Indy, F1), Nascar…após sair da F1 em 1975, Roger se voltou para o automobilismo yankee


Aguri
A simpática equipe japonesa entrou na F1 como equipe satélite da Honda, mas com chassis defasados em relação à Honda conseguia resultados semelhantes e em algumas vezes até melhores! Atualmente compete na F-Nippon e SuperGT

Zakspeed
A equipe alemã famosa por seus carros de Gr.5, seguiu em 1985 pra F1, onde se manteve até 1989. Depois disso, retornou às provas de Endurance onde se mantêm até hoje.

BMS Scuderia Italia
Começando nos ralis, depois indo para o turismo. Chegou à F1 em 1988, após competir no WTCC, após a temporada de 1993, retornou ao turismo onde ficou até 1997, quando passou a se dedicar ao GT.

Pacific Racing
A Pacific era uma equipe de F3000 que seguiu o rumo natural, evoluir para uma equipe de F1. Após a difícil luta para subir de categoria e permanecer por dois anos lá, retornaram pra F3000 onde acabou encerrando as atividades.

Toleman Motorsport
Após a compra pela Benetton, a equipe de Ted Toleman mudou de lado, e hoje em dia trabalha na administração de algumas categorias como o Mini Challenge Australiano.

Scuderia Minardi
Após a venda da equipe de F1 para a Red Bull, Giancarlo Minardi retornou às categorias de base, onde teve uma breve sobrevida na GP2 e Euroseries. Além de ter atravessado o Atlântico graças à Paul Stoddart, que comprou parte da HVM, de Keith Wiggins (fundador da Pcific)

Scuderia Coloni
Após sairem da F1, a equipe do italiano Enzo Coloni retornou às categorias de base do automobilismo, como a F3000 e atual GP2, onde continuam até hoje.

Walter Wolf Racing
Após vender sua operação de F1 para os irmãos Fittipaldi, Walter Wolf acabou ingressando no turismo, onde foi representante da Ford no WTCC com os Sierra Cosworth RS500. Atualmente compete no campeonato italiano de protótipos

AAR
Assim como a Penske, a equipe AAR (Anglo-American Racing, ou All-American Racing) após sair da F1 retornou ao cenário local norte-americano, participando da Indy e outras categorias locais.

Osella Squadra Corse
Após a compra pela Fondmetal, a Osella retornou para os protótipos e atualmente participa dos campeonatos de Hillclimb.

Équipe Ligier
Após o encerramento das competições em 1996, a marca focou na criação de carro urbanos elétricos. Retornando em 2004 com um chassi de F3 após comprar a Automobiles Martini, mas como a preferência do mercado recaía nos chassis Dallara, acabou fornecendo somente para a Recaro F3 Cup. No ano seguinte lançou seu protótipo JS49, para competições amadoras.

Parnelli
Assim como a Penske, a equipe de Parnelli Jones após retornar de sua aventura na F1, se voltou para a Indy onde ficou até encerrar as atividades.

Merzario
Após uma fraca passagem pela F1, a equipe de Arturo Merzario decidiu entrar na F2, com chassi próprio, mas os resultados foram ruins, resolveram correr com carros March e conseguiram dois pódios. Depois retornaram a amargar resultados ruins com chassis próprios até meados da década de 1980.

AGS
A Automobiles Gonfaronnaises Sportives, equipe fundada por Henri Julien em 1968, ficou na F1 entre 1986 e 1991, depois disso passou a disponibilizar seus carros para passeios em pistas de F1. Atualmente a frota é composta por carros próprios, mais modelos de ex-equipes de F1 como Jordan, Prost e Arrows. Além de um Peugeot 905 Gr.C

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