Coupés

Um coupé é geralmente o padrão mais usado para desenvolver todo o espírito esportivo de um carro. Só de olhar você já abre um sorriso e sabe o quão rápido ele pode ser… Aqui temos os 15 coupés mais legais da história

Brasinca Uirapuru 4200GT 1964

O Brasinca Uirapuru foi o primeiro GT produzido no Brasil, mas ao contrário da maioria dos esportivos nacionais da época, usava motor de caminhão, no caso o motor Chevrolet 4.2 litros de 6 cilindros com três carburadores SU (mesmo modelo do XK-E) com até 166HP e torque de aproximadamente 33 kgf/m, e alcançava 200 km/h. Teve vida curta, em três anos foram fabricadas 76 unidades do carro.

Toyota 2000GT 1967

O Toyota 2000GT foi o primeiro supercarro japonês, rivalizava em estilo e desempenho com os Porsche e Ferrari da época, além de ter sido bastante competitivo tanto no Japão quanto nos EUA, com o toque de Carroll Shelby, onde foi vice no SCCA de 1968. Embora fosse um carro bom, não foi tããão popular quanto seu compatriota, o Nissan S30.

Datsun 240Z/Nissan S30 Fairlady 1970

Até a chegada desse carro, os carros japoneses eram carros econômicos e baratos…o Nissan S30 Fairlady ou Datsun 240Z (a Nissan se apresentava como Datsun em alguns países) era barato, rápido, e simples de mexer, o que o fez ser um grande sucesso entre os americanos. Com seu motor 2.4 litros e 6 cilindros com 151HP, o 240Z andava junto com os muscle cars com o dobro da cilindrada e potência. Nas competições foi um carro vencedor, foi o primeiro estreante a ganhar uma prova no WRC (Rally Safari) além de faturar provas de endurance.

Puma-DKW GT 1967

O Puma GT começou como um projeto para competições da DKW-VEMAG, inicialmente em alumínio, mas o modelo final passou a ser em fibra de vidro, com mecânica semelhante aos modelos de corrida com aproximadamente 60 HP em um motor 2T triclíndrico 1.0, pouco? some isso a uma carroceria leve, conjunto equilibrado e terá um carro rápido para os padrões da época. Lamento duas coisas sobre o carro, o pessoal do Departamento de Competições VEMAG não ter tido acesso ao projeto do motor DKW V6, e o fim das atividades da empresa, ter aposentado essa pequena maravilha.

Porsche 911 1963

O Porsche 911 era uma evolução do 356, onde começava a se distanciar do “primo pobre”, o Volkswagen Sedan, era estiloso, tinha um comportamento dinâmico excepcional, além de ser um carro simples…isso fez do 911 um ícone, lietralmente o sinônimo da Porsche. Seu motor a ar 2.0 litros com 6 cilindros contrapostos se tornaram referência. Enfm, não há muito o que falar sobre o 911…afinal quando você sabe que algo é um sucesso? Quando é um sucesso!

Ferrari 456GT 1995

Após um longo tempo só produzindo carros de motor central, a Ferrari resolve voltar às origens e em 1992 lança a 456 GT, um belíssimo coupé movido por um V12 5.5 litros derivado das lendárias unidades motrizes Dino. Foi um sucesso imediato, gerando variantes sob encomenda não muito convencionais para esse tipo (e marca) de carro, como um sedã (456 GT Sedan), conversível (456 GT Spyder) e uma perua (456 GT Venice)

Alfa Romeo Giulia GTA 1968

A Guilia GTA foi criada especialmente para competições…em especial o ETCC, a índole brava já vem explícita na nomenclatura (GTA – Gran Turismo Allegerita, Grã Turismo Aliviada), foi feita em parceria com a Autodelta, que após o serviço, se tornou a divisão esportiva da Alfa Romeo. O motor 1.6 4 cilindros e 115 HP podia alcançar 185 com a modificação do sistema de alimentação para uma injeção Lucas. Foi um modelo vitorioso tanto nas pistas européias quanto nas brasileiras.

Aston Martin DB5 1963

Provavelmente ao olhar essa foto, deve ter pensado em James Bond. O Aston Martin DB5 ao contrário dos outros carros da lista não ganhou fama por causa de desempenho em competições ou da força de seu motor 4.0 litros 6 cilindros e 286 HP. mas por ter sido lançado (e usado) junto à série cinematográfica 007, onde era o carro utilizado pelo espião britânico James Bond. O retorno foi tão grande, que a Aston Martin não precisava mais competir para demonstrar seus carros…

Alpine-Renault A110 1965

Pequeno, ágil, leve e veloz. Assim podemos definir o Alpine A110. Um dos mais importantes esportivos da década de 1960, fez bastante sucesso nas pistas, mas FEZ SUCESSO nos ralis, onde era o carro a ser batido, até a chegada dos Lancia Stratos, que aposentou o simpático carro de fibra de vidro com motor Renault 4 cilindros 1.6 litro.

Shelby Daytona 1964

Carroll Shelby foi mais ou menos um John Cooper yankee…fazia versões insanas de carros que já eram bons. O Shelby Daytona foi a exceção, pegou algo insano (Shelby Cobra) e fez um coupé ignorante!!! O único propósito do Shelby Daytona era humilhar Ferraris em competições. Coincidência ou não, a equipe que desenvolveu este monstro, foi a mesma que criou o Ford GT40 anos depois.

Jensen Interceptor 1966

O Interceptor foi baseado no Uirapuru, principalmente a parte traseira. Contava com o melhor de dois mundos: design europeu e motor americano, no caso um V8 383 (6.3 litros) Chrysler com opção de ser o famoso 440 Six Pack…no fim das contas o carro conseguia quase 400 HP. Ainda houve uma variante com 4×4, o Jensen FF (Ferguson Formula) que usava um 426 HEMI…

Chevrolet Corvette Stingray 1967

O Vette StingRay foi baseado nos conceitos Mako Shark e Sting Ray, veio 10 anos após o lançamento do carro, em 1963, vinha equipado com um motor 327 com carburação quádrupla e 300 HP ou na versão Z06, com injeção mecânica e 360 HP…isso no começo. Nada mal para uma resposta ao Shelby Cobra.

Lancia Montecarlo 1975

No começo era um estudo da Pininfarina para a FIAT, mas acabou sendo usado pela Lancia, com mecânica do Lancia Beta, dotado de um motor 2.0 e 120HP, podia ser pacato nas ruas…mas a versão Gr.5 era insana, feito em parceira com a Abarth e a Dallara, resultaram em várias vitórias e no título do Campeonato Mundial de Marcas de 1979. Além de ter dado origem ao mítico Lancia 037.

Jaguar XK-E 1961

Pessoalmente esse foi o mais lindo Jaguar feito, literalmente uma versão de rua do famoso (e fabuoloso) D-Type duas vezes vencedor das 24 Horas de Le Mans. Com três motores de respeito: o mais humilde, um 3.8 6 cilindros de 265 HP, depois (em 1966) um 4.2 também de 265HP, e em 1974, um V12 5.3 de 272 HP, uma bela forma de se despedir, já que no ano seguinte saia de produção. Um dos poucos carros atemporais, mesmo nos dias de hoje, um XK-E impõe respeito, tanto na aparência quanto no resto.

Audi Quattro Coupé 1987

O Audi Quattro ganhou notoriedade no início da década de 1980, quando estabeleceu novos parâmetros para o carro de rali, enquanto muitos olhavam torto para o fato de ser 4×4, achando que seria pesado e com desempenho amarrado…ele provou ser o contrário! O motor 5 cilindros 2.2 litros de aproximadamente 200 HP em competições, conseguia fornecer mais que o dobro da potência original…sem mais comentários.

fonte Bestcars

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