Williams Grand Prix

2017 marca os 40 anos da equipe de Frank Williams, embora tenha começado como Frank Williams Racing Cars entre 1969 e 1975, se estabeleceu como um dos maiores construtores da Fórmula 1, quando reabriu a equipe com seu novo sócio e parceiro Patrick Head em 1977, como Williams Grand Prix Engineering.

MG Metro 6R4

A British Leyland era patrocinadora da equipe e encomendou uma versão Gr.B de seu modelo popular, o Austin Metro. Em 6 meses a Williams entregou uma versão com motor central V6 3.0 aspirado baseado no Cosworth DFV da F1 e tração 4×4. Teve um início promissor, pena a categoria não ter durado muito. Foi utilizado em provas de rallycross e o motor foi aproveitado no Jaguar XJ220.

Renault Laguna BTCC

Com a popularidade dos campeonatos de turismo, a Williams junto com a Renault, desenvolveram uma versão do Renault Laguna para o BTCC. Teve sucesso até a Audi chegar com os A4 quattro.

BMW V12 LMR

Para iniciar a nova parceria com a BMW, a Williams desenvolveu um protótipo para as provas de endurance, e o resultado foi a vitória nas 24h de Le Mans de 1999 derrotando os favoritos Toyota GT-One e Mercedes-Benz CLR.

Politoys-Ford FX3

Resultado de um patrocínio da fabricante italiana de brinquedos, o chassi desenhado por Len Bailey, foi o primeiro carro desenvolvido pela Frank Williams Racing Cars. O FX3 seguia a receita da época, Motor Ford-Cosworth DFV com uma transmissão Hewland FG400.

Williams-Ford FW

Evolução dos FX3B, o FW foi o primeiro carro a ter a designação que seria característica na segunda (e definitiva) encarnação da equipe. Essencialmente eram os mesmos carros que os Iso-Marlboro IR, adaptados ao novo regulamento de 1974. Após a saída dos patrocinadores no final da temporada, Frank passou a renomear os carros como FW01, FW02, FW03 e FW04, antes de ser vendida para Wlater Wolf.

Wolf-Williams-Ford FW05

O FW05 era um Hesketh 308 modificado e simboliza o fim da Frank Williams Racing Cars, que foi comprada por Walter Wolf para se tornar a Wolf Racing e a aventura solo de Frank Williams como dono de equipe.

Williams-Ford FW07

O FW07 marca o renascimento da Williams, agora como Williams Grand Prix Engineering, capitaneada agora por Frank Williams e Patrick Head. Patrocinado pela companhia aérea saudita (SAUDIA), e contando com Alan Jones (1978-1981), Clay Regazzonni (1979), Carlos Reutemann (1980-1982) e Keke Rosberg (1982), o carro desenhado por Head foi o ponto de partida para a fase próspera da equipe, com os primeiros títulos de pilotos (Alan Jones em 1980) e construtores (1980 e 1981).

Williams-Ford FW07D

Após o sucesso do Tyrrell P34, algumas equipes tentaram desenvolver carros de seis rodas, a Williams projetou dois, o FW07D e o FW08B, sendo o último carro a ser desenvolvido nesse conceito, já que a FISA limitou em 1983 o máximo de 4 rodas sendo 2 motrizes para os carros de F1.

Williams-Honda FW09

Com a mudança de motor, a Williams finalmente entrou na era turbo no final da temporada de 1983. O FW09 aproveitava o chassi do FW08C e tinha a cobertura do motor retrabalhada para acomodar o potente V6 turbo japonês. O carro era rápido, porém muito instável, sendo substituído pelo FW10 em 1985, com chassi totalmente moldado em fibra de carbono, para maior rigidez estrutural.

Williams-Honda FW11B

Na metade final da década de 1980, algumas equipes desenvolveram soluções elaboradas de eletrônica embarcada. Graças a Nelson Piquet, a Williams aprimorou a suspensão ativa, que se tornou padrão na categoria até 1993.

Williams-Renault FW15C

O carro campeão mundial de Fórmula 1 de 1992 é famoso por três coisas, ter um alto nível de eletrônica embarcada a ponto de poder ser controlado dos boxes, ter sido um dos carros dominantes da categoria e fazer flexões!

Williams-Renault FW18

Após o desastre da temporada de 1994, a Williams recuperou a competitividade e em 1996, ganhou o mundial de Fórmula 1 com o FW18, que era uma versão atualizada do FW17, com as novas medidas de segurança impostas pela FIA e assim como no início da década, oferecia novamente a combinação de melhor chassi e melhor motor para seus pilotos.

Williams-Mecachrome FW20

Após dois anos de sucesso, levando os títulos de construtores e pilotos (Damon Hill em 1996 e Jacques Villeneuve no ano seguinte), a Renault anunciou a sua saída da categoria e deixando os poderosos motores RS9 a cargo da preparadora Mecachrome. Outras mudanças foram a saída de Adrian Newey da equipe para a McLaren e a mudança de patrocinador principal, saindo a Rothmans e entrando a Winfield. Foi também o início de uma fase turbulenta da equipe em que os resultados passaram a ser mais tímidos.

Williams-Mercedes FW36

Após um período de resultados pouco expressivos para quem já dominou a categoria, a equipe de Grove assinou um contrato com a Mercedes-Benz para fornecimento de motores além de fechar com a Martini & Rossi como patrocinador principal. Foi o primeiro carro turbo da Williams desde o FW11B de 1987 e o primeiro carro patrocinado pela Martini Racing na F1 desde a Lotus de 1979.

imagens: wikipedia

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