Esportivos FIAT

A FIAT tem um histórico de carros populares e alguns deles tiveram versões bem apimentadas. Reunimos aqui 15 das melhores versões esportivas da marca.

FIAT Uno Turbo

Lançado em 1985 para brigar com o Ford Fiesta XR2, MG Metro Turbo e Peugeot 205 GTI, o Uno Turbo i.e. foi a primeira versão esportiva do FIAT Uno, usando uma versão turbinada do motor 1.3 originária do FIAT Ritmo. 9 anos depois, a FIAT do Brasil lançou a própria versão do modelo, substituindo o 1.6 R mpi.

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FIAT Uno 1.5R / 1.6R / 1.6 R mpi

Após o lançamento do Uno no Brasil em 1984, a FIAT lançou em 1987 um dos mais icônicos hot hatches do mercado brasileiro, o Uno 1.5R, com o motor SEVEL 1.5 fabricado na argentina e usado no sedã FIAT Prêmio. Era famoso por sua tampa do porta-malas pintada de preto fosco e o cinto de segurança vermelho, além das rodas exclusivas. Em 1990, o motor foi aumentado de 1.498cc e 85 CV para 1.580 cc e 84 CV que em 1993 recebeu injeção eletrônica e passou a ter 92 CV.

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FIAT Oggi CSS

Lançado para homologar a participação da FIAT no Campeonato Brasileiro de Marcas e Pilotos, o Oggi CSS era uma versão esportiva do pacato sedã feito com base no 147 no Brasil. Com motor de cilindrada aumentada para 1.415cc e 78CV de potência, além de instrumentação completa e interior mais elaborado.

FIAT-Abarth 131

A versão esportiva do sedã familiar que sucedeu o Lancia Stratos no WRC. Além de conquistar título mundial de rali em 1978 e 1980 com Markku Alén e Walter Rörhl. O sedã familiar  contava com motor 2 litros e 240 CV e injeção mecânica nas provas e uma versão mais dócil nas ruas, com carburação dupla Weber e 140CV.

FIAT Duna SCX

Último projeto da IAVA – Industria Argentina de Vehículos Avanzada, que preparava os modelos FIAT fabricados na Argentina entre 1971 e 1985 foi uma versão esportiva do FIAT Duna (Prêmio no Brasil). Contava com motor 1.5 com potência elevada para 89 HP e uma carroceria mais aerodinâmica. Por ser um projeto póstumo, não poderia receber a denominação IAVA, que havia encerrado as operações 4 anos antes, em 1985.

FIAT-IAVA 147 Sorpasso

A versão argentina do 147 preparada pela IAVA, contava com alterações mecânicas para levar o pequeno popular de 60 a 90 CV de potência e elementos aerodinâmicos na carroceria, além de faróis de milha e rodas de liga leve. Foi considerado o 147 mais potente já fabricado.

FIAT 147 Rallye

Primeira versão esportiva do FIAT 147, contava com motor de cilindrada aumentada (1050 para 1300cc) e 72 CV, 16 a mais que nas primeiras versões, chegou em 1979. Era feita em cima da versão topo de linha, a GLS, com dupla carburação, sendo substituída pela versão Racing em 1982.

FIAT 147 Fittipaldi

Concebido por Emerson Fittipaldi como o Abarth brasileiro, o Fiat Fittipaldi foi uma versão do 147 Rallye de segunda geração (Frente Europa) com motor, suspensão e aerodinâmica revistos por nome como Jorge Letry, com coletores de admissão e escape revistos, carburador de corpo duplo descendente, cabeçote rebaixado, câmbio de 5 marchas e 75CV de potência. Infelizmente o modelo não chegou a produção em série, sendo feitas apenas 4 unidades para demonstração.

FIAT-Abarth 695 esse esse

Derivado do pequeno FIAT Nuova 500, o 695SS (ou esse esse, de Super Sport) era uma das versões mais apimentadas do pequeno carro citadino da FIAT, perdendo apenas para a versão extrema TCR1000 em desempenho.  Fabricado entre 1964 e 1971, se tornou tão popular, que quando a FIAT relançou o 500 em 2007, não tardou em relançar a versão esportiva em 2009.

FIAT 128 Europa IAVA 1300 TV

Assim como o Sorpasso, a IAVA desenvolveu uma versão mais potente do FIAT 128 fabricado na Argentina, com carburação dupla e comando de válvulas e filtro de ar próprios, o pequeno sedã tinha duas versões, de 88 e 102HP. Fazia jus a sigla TV – Turismo Veloz.

FIAT 127 Sport

Embora fosse lançado em 1971, a versão esportiva do 127 só foi lançada em 1978. O Sport contava inicialmente com uma versão preparada do motor FIASA (Brasile na Itália), com 70CV de potência na primeira geração (1978-1981) e 75 na segunda geração (1981-1983), usando já o mesmo motor 1.3 do FIAT Ritmo.

FIAT-Abarth Ritmo 105 TC/125 TC/130 TC

Evolução da versão esportiva 105 TC feita em parceria com a Abarth lançada em 1981, o Ritmo 125 TC foi um dos primeiros hot hatches lançados. Com motor 2.0 de 125 CV no lugar do 1.6 herdado do 131 e transmissão ZF de 5 marchas, além de suspensão retrabalhada. Foi substituído pelo 130 TC, que era um Ritmo de segunda geração com carburação dupla e comando de válvulas com perfil modificado. O 125 TC foi o último carro da parceria FIAT-Abarth a ser produzido em uma fábrica externa após a compra da Abarth em 1971.

FIAT Punto GT

Sucessor do FIAT Uno na Europa, o Punto logo apresentou o substituto do Uno Turbo, o Punto GT, que contava com uma versão melhorada do motor 1.4 turbo do Uno turbo de segunda geração na Europa, fazendo o pequeno carrinho bem esperto, com 136 CV e capaz de alcançar 200 km/h, levando menos de 8 segundos para acelerar de 0-100 km/h.

FIAT Tempra Turbo

A FIAT no Brasil era famosa por pensar fora da caixa, primeiro fabricante de automóveis a se estabelecer fora do eixo RJ-SP, primeiro carro com motor dianteiro e tração traseira fabricado no Brasil, e com o Tempra foi o primeiro motor 16v fabricado no país. O Tempra turbo, só não foi o primeiro turbo também por uma razão simples, foi lançado pouco depois do FIAT Uno Turbo.
O modelo era exclusivo do mercado brasileiro, com visual discreto, e performance melhorada do motor 2 litros, que passou de 125 CV para 165 CV e alcançava 220 km/h.

FIAT Croma i.e. turbo

Surgido do projeto de plataforma comum de sedãs executivos, entre FIAT, Alfa Romeo, SAAB e Lancia, que gerou também o Alfa Romeo 164, SAAB 9000 e Lancia Thema. O Croma foi o modelo da FIAT, que embora fosse destinado a substituir o Argenta no segmento dos sedãs familiares grandes enquanto seus “irmãos” eram vendidos como sedãs executivos. O primo pobre foi o primeiro modelo da marca a ter motor transversal e tração dianteira, mas por decisões internas, acabou sendo preterido para promover os sedãs de luxo da Alfa Romeo (155 e 164) e Lancia (Dedra e Thema) e foi descontinuado em 1996, quando a marca abandonou o segmento. O Croma tinha umas versões sleeper, como o Tempra turbo, que usavam uma versão turbinada do motor 16v DOHC 2 litros da linha Tipo/Tempra  com intercooler e 155 CV e o V6  de 160 CV do Alfa Romeo 164.

 

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