Jipes: Willys Rural

A Willys Overland no final da Segunda Guerra Mundial, tinha planos de fazer um “Carro da Vitória”, usando a base mecânica do Jeep, em 1946, lançaram o Jeep Station Wagon, uma versão mais família do Jeep militar. Na década de 1950, a Willys do Brasil, compra os direitos do nome do Rural-1, para batizar sua versão do Jeep Station Wagon. E, devido a construção da nova capital brasileira, a marca utiliza o estilo arquitetônico da nova cidade para desenhar uma nova carroceria para o modelo, rebatizado de Rural. Foi fabricado entre 1956 até 1977 no Brasil, sendo entre 1956 até 1968 pela Willys Overland e entre 1969 até 1977 pela Ford. Em 1961 veio a versão picape, chamada inicialmente Picape Jeep, e após 1972, rebatizada de F75. Em 1964, veio a versão 4X2 e com isso passou a ser popular nas cidades.

Jipes: Dacunha JEG

O VW Militar exposto em 1976, foi vetado pelas Forças Armadas como veículo militar, mas deu origem ao simpático JEG, que reutilizava boa parte da mecânica e da carroceria do VW Militar. O estepe foi deslocado para o interior do carro resultando em uma frente diferente e mais curta. Foi produzido entre 1978 até 1981, com mecânica comum dos fora-de-estrada brasileiros da época, motor VW 1600. Ao contrário dos concorrentes, eles contavam com tração 4×4 integral (os rivais, usavam roda-livre) e curiosamente, houve uma versão 4×2 que não teve tanto sucesso. Após o fim da produção, o sistema de tração foi adaptado em uma Kombi.

Jipes: Hotchkiss VCL


Como contei no post sobre o Europa-Jeep, houve um concorrente feito pelo outro consórcio, o Hotchkiss VCL (Vehicule de Commandament et Liason), mas devido ao desinteresse da França no projeto e a saída de todos os outros países, fez com que o VCL não passasse de protótipo, e com isso a Hotchkiss fechou as portas.

Jipes: VW Militar

Em 1976, a Volkswagen do Brasil, desenvolveu um modelo para oferecer ao Exército Brasileiro como veículo de reconhecimento, mas não foi aceito, e o projeto foi logo abandonado. Deu origem ao JEG, fora de série fabricado pela DaCunha. O desenho, lembra bastante o VW Typ 181, foi reaproveitado no JEG, embora mais simplificado.

Jipes: Willys Rural

A Willys Overland no final da Segunda Guerra Mundial, tinha planos de fazer um “Carro da Vitória”, usando a base mecânica do Jeep, em 1946, lançaram o Jeep Station Wagon, uma versão mais família do Jeep militar. Na década de 1950, a Willys do Brasil, compra os direitos do nome do Rural-1, para batizar sua versão do Jeep Station Wagon. E, devido a construção da nova capital brasileira, a marca utiliza o estilo arquitetônico da nova cidade para desenhar uma nova carroceria para o modelo, rebatizado de Rural. Foi fabricado entre 1956 até 1977 no Brasil, sendo entre 1956 até 1968 pela Willys Overland e entre 1969 até 1977 pela Ford. Em 1961 veio a versão picape, chamada inicialmente Picape Jeep, e após 1972, rebatizada de F75. Em 1964, veio a versão 4X2 e com isso passou a ser popular nas cidades.

Jipes: LuAZ 967 e 969

Enquanto do lado de cá desenvolviam um veículo anfíbio padrão que pudesse ser construído por todos os países da OTAN, do lado de lá, a União Soviética estabeleceu dois modelos-padrão e criou uma fábrica para seu carro militar. A LuAZ, Fábrica de Automóveis de Lutsk, foi estabelecida na cidade de Lutsk, Ucrânia. E, seu produto principal na época era um modelo 4×4, capaz de evacuar feridos, carregar munições e armas leves, e perto dele, o Europa Jeep era um primor do design…hehehehe. O 969 era um modelo interessante, por ter rodas pequenas para um veículo desse tipo, ele acabava tendo uma altura livre de 28 cm, o que fazia com que ele tivesse desempenho em terrenos acidentados muito melhor que os jipes hi-end da época. Serviu ao Pacto de Varsóvia desde seu lançamento em 1967 até o fim da guerra fria. A versão anfíbia, o LuAZ 967, foi desenvolvido pela AZLK Moskvitch em 1959, e ficou ativa entre 1961 até 1975. Mas só serviu no Exército Soviético.

LuAZ 967

Jipes: Europa Jeep FMS

Retomando a origem do blog…voltamos a falar sobre jipes hehehehehehe
Na década de 1960, a OTAN fez uma concorrência onde deveriam ser apresentado um veículo leve de tração 4×4, e anfíbio, que pudesse ser produzido por qualquer país membro. Vários fabricantes se uniram em consórcios. Fiat, MAN, Saviem desenvolveram o FMS, e Büssing, Hotchkiss e Lancia fizeram o BHL.
O projeto foi abandonado em 1976, devido a desistência da França, e seu desenvolvimento foi bastante lento. Durante esse tempo a Volkswagen supriu a OTAN com seus modelos VW181 e Iltis.

Jipes: IFA P3

O P3 assim como o P2M era projeto da Horch (marca do grupo Auto Union), devido a divisão da Alemanha, a fábrica da Horch em Zwickau ficava na Alemanha Oriental, e foi estatizada, e com isso, alguns projetos acabaram caindo nas mãos dos orientais. Em 1956, a Auto Union cria o MUNGA, mas do outro lado do muro, um projeto “irmão” era desenvolvido e lançado 6 anos mais tarde com algumas diferenças entre eles. Enquanto o Auto Union contava com um motor de 3 cilindros, dois tempos e 1.000cc, o “irmão” comunista vinha equipado com uma unidade 6 cilindros quatro tempos de 2.407 cc com quase o dobro de potência (44HP do MUNGA contra 75HP do P3). Mas devido a interesses do bloco comunista, a produção foi encerrada em 1967 (outra semelhança com o modelo da Auto Union, que saiu de produção em 1968!!!), sendo substituído pelo UAZ 469 que se tornou veículo padrão entre os países do Pacto de Varsóvia. Mas o P3 seguiu “carreira militar” até a reunificação da Alemanha, em 1990!!!

Jipes: IFA P2M

O P2M, veio como substituto para o AWE 325-3, como modelo multipropósito da NVA (Exército da Alemanha Oriental) em 1953 como protótipo, e sendo produzido entre 1956 até 1958, quando foi substituído pelo IFA P3. Como a maioria dos veículos militares da Alemanha Oriental, era montado em mais de uma fábrica, na VEB Automobilwerke Zwickau (fabricante do famoso Trabant) e na VEB Barkaswerke (fabricante do furgão Barkas B1000), e também era um projeto da Horch da época da 2ª Guerra Mundial. Contava com um motor 6 cilindros 4 tempos e 64 HP.

Jipes: Gurgel Supercross

O Grugel Supercross foi o primeiro crossover brasileiro, criado em 1992, seria lançado oficialmente em 1995, junto com a nova linha da Gurgel, mas devido a problemas financeiros, a fábrica faliu antes. Trazia conceitos que seriam utilizados pelos fabricantes concorrentes muitos anos depois, como carroceria mista de hatchback e SW, e a configuração de utilitário urbano (um off-road de cidade grande). O carro foi o último protótipo desenvolvido pela marca, e compartilhava a mecânica, e componentes internos e externos do Supermini. Houve uma versão militar testada e aprovada pelas Forças Armadas na época.