Citroën BX Turbo Supertourisme

Enquanto todos se perguntavam o que fazer com tudo aquilo que se desenvolveu no período do Gr.B. Alguns viram no turismo uma forma de colocar em uso a tecnologia “proibida”…e em meados da década de 1980, surgiu a classe Superturismo.


Um dos carros dessa época foi o Citroën BX Turbo, desenvolvido pela Reseau Citroën e usado em competições a partir de 1989, foi uma espécie de “correção” do fiasco do BX 4TC no WRC. Era um monstro…como seus rivais, com motor de 1.721cc turbocomprimido com nada menos que 380HP e tração 4×4. A equipe contava com Jean Pierre Jarier e Jean Pierre Beltoise no comando dos dois carros. Conseguiram um pódio no final do campeonato francês de superturismo.

fonte Citroenet

Carros de Competição: Audi V8 quattro

Após se retirar dos ralis em 1986, a Audi seguiu com para outras categorias competindo com seu sistema quattro, e após dexar de vencer o título da IMSA por decisões administrativas, segue para o DTM, onde colocam uma versão Superturismo do Audi V8 em 1990. O carro ganhou todas, sendo bicampeão em 1990 e 1991, com Hans Stuck e Frank Biela respectivamente. No ano seguinte, após a Audi revisar o motor colocando um novo comando de válvulas, o que gerou problemas de homologação e somado ao novo regulamento anunciado para 1993, fez com que a Audi se retirasse do DTM, e migrando para outros campeonatos de superturismo.

Carros de Competição: Opel Calibra V6 4×4

A OPC (Opel Performance Center) seguiu os passos da Audi Sport no uso de tração integral. A Audi havia se retirado do DTM, e no mesmo ano (1993) estréia no DTM com a versão Superturismo do Opel Calibra, que assim como o Alfa Romeo 155, eram os únicos carros 4×4 da série. Com o regulamento da época, era um sedã médio com tecnologia de um F1!!!!! Motor dianteiro V6 2.5 com 420 HP, tração 4×4 com controle eletrônico, câmbio sequencial de 6 marchas, freios ABS, carroceria e chassis feitos de fibra de carbono, e suspensão com geometria variável. Foi campeão com Manuel Reuter na temporada de 1996.

Carros de Competição: Renault 21 Turbo

O Renault 21 Turbo foi desenvolvido para bater de frente com os carros referência do turismo da época, criado em 1986, foi colocado nas pistas em 1988, e com Jean Ragnotti e Jean-Lois Busquet, sagrou-se vitorioso no campeonato francês de superturismo nesse ano, mas no ano seguinte ficou com o vice. Na mesma época, foi colocado nos ralis, onde ficou até ser substituído pelos Renault Clio, enquanto nas pistas foi substituído pelo Renault Megáne. Era um sedã quatro portas com tração 4×4, motor de 2 litros com 430 HP. O carro alcançou o recorde mundial de velocidade na neve com Jean-Pierre Malcher, com pneus normais, alcançou aproximadamente 246 km/h, já com pneus para neve chegou nos 250!!! O carro usado no recorde usava pára-quedas para auxiliar na frenagem.

Modelo de rali
Modelo de recorde de velocidade no gelo

Carros de Competição: Audi A4 quattro

Assim como nos ralis, a Audi usou os campeonatos de turismo pra promover seus carros com sistema quattro. E após a ascensão dos Superturismo, a Audi resolveu colocar seu novo sedã A4 com o sistema de tração integral quattro nos campeonatos nacionais e europeu de superturismo, até que em meados da década de 1990 a FIA proibiu os carros 4×4 nos campeonatos de turismo.

Era um excelente carro, motor 2.0 com cerca de 300 HP (padrão do regulamento) e câmbio seqüencial de 6 marchas e tração 4×4…pela descrição, parece mais um carro de rali do que de turismo…

Carros de Competição: Citroën BX Turbo

Enquanto todos se perguntavam o que fazer com tudo aquilo que se desenvolveu no período do Gr.B. Alguns viram no turismo uma forma de colocar em uso a tecnologia “proibida”…e em meados da década de 1980, surgiu a classe Superturismo. Um dos carros dessa época foi o Citroën BX Turbo, desenvolvido pela Reseau Citroën e usado em competições a partir de 1989, foi uma espécie de “correção” do fiasco do BX 4TC no WRC. Era um monstro…como seus rivais, com motor de 1.721cc turbocomprimido com nada menos que 380HP e tração 4×4. A equipe contava com Jean Pierre Jarier e Jean Pierre Beltoise no comando dos dois carros. Conseguiram um pódio no final do campeonato francês de superturismo.

Carros de Competição: Ford Sierra RS500

Em 1983, a Ford decide promover o Sierra em compeições, e junto com a Cosworth, preparadora parceira de longa data da marca, montam um acordo, a Ford queria um motor variante do YB, turbinado, com 180 HP na versão de rua e 300HP na versão de corrida. Mas a preparadora fez uma contra-proposta interessante…204HP na versão de rua, 300HP na de corrida e um mínimo de 15.000 motores (o regulamento do Gr.A requeria o mínimo de 5.000 carros fabricados), com isso a Ford guardou os motores excedentes. Usava a caixa de marchas do Mustang, uma Borg-Warner T5, mas o motor era nervoso demais, e tiveram que criar uma nova. Inicialmente o carro era para as pistas, e contava com tração traseira, mas na segunda geração, lançada em 1990, contava com tração 4×4. Nas pistas foi um carro fora de série, dominando a temporada inaugural do WTCC em 1987, além de ganhar várias provas do tipo. Nos ralies tinham bons resultados, servindo de base para os Ford Escort RS Cosworth, que os substituiu em 1993.

Ford Sierra de Superturismo