GTs

Porsche-Abarth 356 Carrera GTL
O 356 Carrera já era legal por ser um carro pequeno, leve e ágil. Encarava carros maiores sem pensar duas vezes, o GTL era mais leve e aerodinâmico. A Abarth fez um trabalho perfeito com a carroceria, que casou certinho com o motor Carrera. Vitórias na Targa Florio, 24 horas de Le Mans, 1000 km de Nürburgring, 12 horas de Sebring e Daytona!

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Fórmula 1

Em 62 anos, a F1 se estabeleceu como o ápice do automobilismo e nesse tempo, muitos carros se destacaram tanto por inovações tecnológicas quanto por serem bem eleborados. Temos aqui 15 carros que marcaram a F1 ao longo dos anos.

Ferrari 312T
Mauro Forghieri criou um modelo simples, limpo e que poderia evoluir mecanicamente de acordo com o regulamento e inovações futuras. O 312T entrou em ação em 1975 e se mostrou um carro competitivo até 1980, onde não era páreo para os turbos e os carro-asa. Nesse período, angariou 4 títulos de construtores (1975, 1976, 1977 e 1979) e 3 de pilotos (1975 e 1977 com Lauda e 1979 com Scheckter).

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Caminhões Militares

Embora tudo isso tenha começado com um blog sobre veículos 4×4 e militares há uns 4 anos atrás, temos aqui uma lista de 15 caminhões militares. Qual a diferença? Bem, são maiores, carregam mais tralha (2,5t contra 1/4t), motores multicombustível (alguns aceitam desde combustível de avião até óleo de fritura!) e tem um eixo motriz a mais…hehehehehe.

ENGESA EE-25
O caminhão militar EE-25 foi um dos produtos mais populares, exceto os blindados da ENGESA. sendo usado pelo Exército Brasileiro e exportado para países da África e Oriente Médio. Vinha com uma gama de motores diesel, desde Chrysler, Perkins, até os Mercedes-Benz. Inicialmente era 4×4, mas foi transformado em 6×6 com suspensão boomerang.

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Citadinos

Carros urbanos não são feitos para serem rápidos, mas para serem ágeis no trânsito caótico das grandes metrópoles atuais. são pequenos e geralmente para 4 passageiros no máximo

Volkswagen Sedan

VW Käfer, Beetle, Carocha, Coccinelle, Fusca, Sedan…etc. Em vários nomes para o mesmo carro em vários países. O carro é resultado de um projeto da década de 30, o KdF-wagen, criado por Ferdinand Porsche. O carro é simples, funcional e com um desenho que atravessou 50 anos com poucas modificações estéticas. Não há muito o que falar sobre ele, é um clássico, um ícone, uma lenda do mundo automotivo.

IFA Sachsenring Trabant

O Trabant é um ícone da cultura socialista, era o carro popular da Alemanha Oriental, foi fabricado pela Sachsenring, uma das fábricas da IFA – Industrieverband Fahrzeugbau, o complexo responsável pela fabricação de veículos do país. A mecânica era baseada na do DKW pré-guerra, com carroceria de duroplast, um composto de fibra de algodão e de vidro desenvolvido na época pois havia racionamento de aço. O simpático carrinho ficou famoso na época da queda do Muro de Berlim, e após a onda de Ostalgie virou simbolo cult.

FIAT 500

O FIAT 500 foi um carro símbolo da Itália, bastante popular e acessível, era um pouco mais caro na época que uma motocicleta, e ágil o bastante para se desolcar pelas ruas estreitas

Smart Fortwo

Resultado de uma parceria nada usual, a famosa marca de relógios suiços Swatch e a Mercedes-Benz. O Swatch foi logo um sucesso, carro pequeno, extremamente fácil de manobrar (você pode estacionar em QUALQUER vaga tanto na longitudinal quanto na transversal!!!!!!) e usava o mesmo estilo informal e jovem dos relógios Swatch, inclusive em divulgações do carro como se fosse um carrinho de brinquedo.

Gurgel BR-800

O Gurgel BR800 foi o carro certo no momento errado , seu projeto inicial, o CENA (Carro Econômico NAcional) previa dois modelos: um com 800 cilindradas e outro com 280, esse último foi vetado, mas como a meta era criar um carro abaixo de um preço limite, muitas coisas que fariam dele ser mais ágil tiveram que ser mudadas entre o protótipo e o modelo de produção para baratear a produção, como o uso de peças compartilhadas de outros carros da época. Também trouxe algumas inovações, como um motor sem correias ou correntes, mas durou pouco.

BMC Mini

Um carro que dispensa comentários, o Mini, famoso nas telas por ser o carro do Mr. Bean, e pelo filme “The Italian Job”, foi um ícone britânico na década de 1960. Um dos carros mais populares do mundo

Citroën 2CV

O 2CV é um símbolo da França, assim como a Torre Eiffel, os vinhedos e blá blá blá. Assim como o Volkswagen, sobreviveu à 2ª Guerra Mundial, e se estabeleceu como carro das massas. O charmoso carro ficou em produção até 1990. Um dos carros mais longevos da história, com quase 40 anos de produção. Oh là là!

Tata Nano

O Tata Nano foi amplamente divulgado como o carro mais barato do mundo. Ideal para o mercado indiano e de alguns países africanos. Foi criado para competir com as motos e scooters, bastatnte populares na Índia. O Segredo do sucesso do Nano foi em eliminar tudo o que é supérfluo. Não tem som; o acesso ao porta-malas se dá somente por dentro do carro; motor 600cm³ bicilíndrico; um retrovisor interno somente; um limpador de pára-brisa; e rodas com três parafusos…

Renault Dauphine

O Renault Dauphine era o substituto do 4CV, tinha um porte um pouco maior, mas era no mesmo porte. Tinha boa estabilidade, confortável, e espaço pra bagagem no porta-malas dianteiro. Mas seus pontos fracos eram o desempenho e a robustez.

DAF 600

O DAF 600 parece um carro citadino padrão do final dos anos 1950 e início dos anos 1960. Mas esse carro padrão, trouxe uma revolução, Transmissão Continuamente Variável!!!! Aliás, na curta história da DAF, todos os carros vinham com transmissão CVT…coisa que até hoje as marcas vem adotando num ou noutro carro.

Glas Goggomobil

O Goggomobil foi um dos primeiros carros populares da Europa pós guerra. Tinha um motor de 250cm³ e transmissão com seletor elétrico. e Um design que parecia uma caricatura =P

Nash Metropolitan

O Nash Metropolitan veio na época do American Dream, e a ideia era fazer um carro pequeno, num ambiente onde size matters! Como os americanos faziam carros grandes, resolveram fazer um carro grande em escala reduzida, e aí está o Metropolitan, que tem entre-eixos menor que o do Volkswagen Sedan!

Iso Isetta

Um carro que sempre dá o que falar. Foi feito sob licença em vários países com Brasil, França, Alemanha e Grã-Bretanha. Teoricamente foi o primeiro carro a ser fabricado no Brasil. Mas pelo Código Nacional de Trânsito, não era considerado um carro, pois não possuía duas portas.

NSU Prinz

A NSU é famosa por suas motos, na época do pós-guerra, enveredou na produção de automóveis. O Prinz foi seu primeiro carro como todos os carros do período…motor traseiro de baixa cilindrada, porte pequeno, etc…mas deu origem ao NSU Prinz TTS, um clássico das pistas.

Mazda Carol

O Mazda Carol foi o primeiro carro para 4 pessoas feito pela Mazda. Lançado no início da década de 1960, foi também um dos primeiros kei cars japoneses, classe criada no final da 2ª Guerra Mundial  para estimular a produção de carros de pequeno porte para as cidades.

Grupo C

Houve uma época em que a F1 quase foi obliterada, por carros que além de mais rápidos e velozes (e mais pesados) faziam corridas mais emocionantes e logo foram banidos, além de terem seus motores equalizados com os da F1. Assim como o lendário Gr.B de ralis, os protótipos do Grupo C foram os maiores outlaws das pistas, chegando a alcançar 400 km/h no final da Mulsanne, e mesmo com quase o dobro do peso conseguia fazer voltas mais rápidas que um F1.

Peugeot 905B Evo
Entre 1991 e 1993, a Peugeot mostrou serviço no Grupo C, sendo vice-campeã em 1991 e campeã no ano seguinte, em 1993 repetiu a vitória em Le Mans com facilidade. No ano seguinte, como já não havia mais o Mundial de Carros Esporte, a Peugeot reaproveitou o motor do 905B na F1 através da McLaren.


Porsche 962
Lançado como sucesso do lendário 956, o 962 teve uma vida longa e vitoriosa como seu antecessor, inclusive sobrevivendo ao fim do Grupo C e através da Dauer Racing, que homologou versões de rua para correr na então criada GT1.

Mazda 787
Em 1991, a Mazda roubou a atenção no Mundial de Carros Esporte, ao vencer as 24 Horas de Le Mans com o 787B, sendo a primeira vitória de uma marca japonesa e a primeira vitória de um motor rotativo na clássica corrida francesa. Embora fosse um protótipo C2, terminou sempre entre os dez primeiros durante o pouco tempo que correu, já que no final do ano os motores Wankel foram banidos.

Toyota TS010
Após uma estréia discreta no final da temporada de 1991, o TS010 começou a temporada seguinte se mostrando um rival em potencial dos poderosos Peugeot 905. Ganhou uma corrida no Mundial de Carros Esporte, os 1000 km de Monza, onde herdou a liderança depois de um acidente com o Peugeot que liderava, e com sua regularidade, terminou como vice-campeão, após a Peugeot ganhar todas as corridas seguintes em 1992. No JSPC, venceu as duas últimas corridas encerrando o domínio da Nissan com o R92CP, que mesmo assim venceu na classe. Foi campeão da JSPC na classe C, que equivalia à C2 no padrão FISA.

Mercedes-Benz C11
A Sauber Mercedes-Benz dominou o campeonato de 1990 do Mundial de Carros Esporte, ganhando 8 de 9 provas. A primeira prova foi a despedida do C9, embora a equipe correu nos treinos com C11. Mas após a segunda corrida, com exceção da terceira, ganha pela Jaguar, todas as corridas do ano foram vencidas pelo C11.

Nissan R90CK
O R90CK foi um dos melhores protótipos japoneses do Grupo C, tricampeão do JSPC (1990-1992) e tendo uma boa performance no Mundial, onde foi terceiro colocado em 1990 atrás da campeã Sauber e da vice Jaguar. Além de ser o recordista de maior velocidade final na Mulsanne após a instalação de chicanes, com meros 366 km/h.

Jaguar XJR-14
Criados por Ross Brawn e usando os mesmos Ford HB V8 fornecidos para a F1 porém com potência reduzida em cerca de 50HP para maior durabilidade. Eram mais rápidos que os Fórmula 1 que usavam os mesmos motores HB, e bastante competitivos perante os Sauber/Mercedes-Benz e Peugeot, sendo campeões do Mundial de Carros Esporte em 1991numa disputa acirrada com a Peugeot.

Lancia LC2
Utilizado oficialmente entre 1983 e 1986 pela Lancia HF, e depois por equipes privadas até 1991, o Lancia LC2 era um forte competidor do Porsche 956, mas embora fosse bem mais potente era mais frágil e beberrão. Sendo três vezes vice campeão do Mundial de Carros Esporte (1983-1985), o carro conseguiu apenas três vitórias: 1000km de Ímola em 1983; 1000km de Kyalami em 1984 e os 1000km de Spa em 1985. Seu motor foi feito usando o famoso V8 turbo que a Ferrari desenvolveu para correr na CART como base.

Ford C100
Em homenagem ao lendário GT40, a Ford batizou o C 100 seguindo a mesma lógica (a classe e a altura, dessa vez em centímetros). Foi um dos primeiros carros do recém-criado Grupo C e mesmo utilizando os Ford Cosworth DFY e DFL da Fórmula 1, não era páreo para os Porsche 956 e a Ford se retirou do Mundial de Marcas no final da temporada de 1982.

Aston Martin AMR1
Após um tempo como fornecedora de motores, a Aston Martin decidiu entrar como equipe própria no Mundial de Endurance de 1989, com o AMR1. Mas o carro se mostrou fraco perante os adversários e Alguns acidentes em testes prejudicaram o andamento do projeto na temporada, fazendo a equipe perder algumas provas. Os problemas pareciam que seriam sanados na versão seguinte para o ano de 1990, mas devido à crises o projeto foi encerrado. Houve uma tentativa de um novo carro para 1991 que seria criado por Tony Southgate, mas não foi pra frente. Foi o último Aston Martin de corridas até o DBR9, e o último protótipo até o igualmente malfadado AMR-One.

Porsche 956
Criado em 1982 com a introdução do Grupo C, o Porsche 956 foi junto com o Ford C100, os pioneiros da categoria, embora tenha tido uma vida maior e mais vitoriosa, se mantendo competitivo até o final da década, mesmo sendo “substituído” pelo 962 em 1984, serviu de base para o desenvolvimento dos motores turbo da Porsche na F1.

Toyota 94C-V
Evolução dos 92C-V atualizados para a nova classe LMP-1, o 94C-V não conseguiu alcançar o sucesso do TS010 em competições. Seu melhor resultado foi o segundo lugar geral nas 24H de Le Mans de 1994 após problemas na transmissão no final da prova. Como homenagem, a SARD manteve o nome de Ratzenberger no segundo carro, após sua morte no GP de San Marino de F1.

Alfa Romeo SE 048
Após a saída da Fórmula 1 e com o fim da ProCar, a Alfa Corse pensou em utilizar seu pioneiro V10 3.5 litros no Grupo C e junto com a Abarth criou o SE 048, mas devido a crise que o Grupo FIAT passava, o carro não chegou a ser utilizado no campeonato de 1988. O Tipo 1035, foi substituído por uma versão Abarth dos V12 usados pela Ferrari na F1 naquela época. Em 1990, foi dada a ordem de cancelamento do projeto

Allard J2X-C
Enquanto a maioria dos carros de Grupo C no começo dos anos 1990 se baseavam no desenho dos Porsche 956 e Lancia LC2 de 10 anos atrás, o Allard J2X-C possuía formas bem diferentes para um protótipo de endurance. Com o nome homenageando os carros que correram em Le Mans na década de 1950, o J2X-C possuía um powertrain de F1: Motor Ford Cosworth DFR V8 com transmissão March. Foi um dos últimos carros homologados para Grupo C e a correr sem apoio de um grande fabricante.

Rondeau M382
O pioneiro dos carros criados especificamente pro Gr.C, o Rondeau M382 foi o primeiro calo no sapato dos Porsche 956 no Mundial de 1982, infelizmente graças à FISA que contabilizou 15 pontos conquistados por um Porsche 935 privado. Foi um golpe tão duro, que até o principal patrocinador saiu da equipe.

Coupés

Um coupé é geralmente o padrão mais usado para desenvolver todo o espírito esportivo de um carro. Só de olhar você já abre um sorriso e sabe o quão rápido ele pode ser… Aqui temos os 15 coupés mais legais da história

Brasinca Uirapuru 4200GT 1964

O Brasinca Uirapuru foi o primeiro GT produzido no Brasil, mas ao contrário da maioria dos esportivos nacionais da época, usava motor de caminhão, no caso o motor Chevrolet 4.2 litros de 6 cilindros com três carburadores SU (mesmo modelo do XK-E) com até 166HP e torque de aproximadamente 33 kgf/m, e alcançava 200 km/h. Teve vida curta, em três anos foram fabricadas 76 unidades do carro.

Toyota 2000GT 1967

O Toyota 2000GT foi o primeiro supercarro japonês, rivalizava em estilo e desempenho com os Porsche e Ferrari da época, além de ter sido bastante competitivo tanto no Japão quanto nos EUA, com o toque de Carroll Shelby, onde foi vice no SCCA de 1968. Embora fosse um carro bom, não foi tããão popular quanto seu compatriota, o Nissan S30.

Datsun 240Z/Nissan S30 Fairlady 1970

Até a chegada desse carro, os carros japoneses eram carros econômicos e baratos…o Nissan S30 Fairlady ou Datsun 240Z (a Nissan se apresentava como Datsun em alguns países) era barato, rápido, e simples de mexer, o que o fez ser um grande sucesso entre os americanos. Com seu motor 2.4 litros e 6 cilindros com 151HP, o 240Z andava junto com os muscle cars com o dobro da cilindrada e potência. Nas competições foi um carro vencedor, foi o primeiro estreante a ganhar uma prova no WRC (Rally Safari) além de faturar provas de endurance.

Puma-DKW GT 1967

O Puma GT começou como um projeto para competições da DKW-VEMAG, inicialmente em alumínio, mas o modelo final passou a ser em fibra de vidro, com mecânica semelhante aos modelos de corrida com aproximadamente 60 HP em um motor 2T triclíndrico 1.0, pouco? some isso a uma carroceria leve, conjunto equilibrado e terá um carro rápido para os padrões da época. Lamento duas coisas sobre o carro, o pessoal do Departamento de Competições VEMAG não ter tido acesso ao projeto do motor DKW V6, e o fim das atividades da empresa, ter aposentado essa pequena maravilha.

Porsche 911 1963

O Porsche 911 era uma evolução do 356, onde começava a se distanciar do “primo pobre”, o Volkswagen Sedan, era estiloso, tinha um comportamento dinâmico excepcional, além de ser um carro simples…isso fez do 911 um ícone, lietralmente o sinônimo da Porsche. Seu motor a ar 2.0 litros com 6 cilindros contrapostos se tornaram referência. Enfm, não há muito o que falar sobre o 911…afinal quando você sabe que algo é um sucesso? Quando é um sucesso!

Ferrari 456GT 1995

Após um longo tempo só produzindo carros de motor central, a Ferrari resolve voltar às origens e em 1992 lança a 456 GT, um belíssimo coupé movido por um V12 5.5 litros derivado das lendárias unidades motrizes Dino. Foi um sucesso imediato, gerando variantes sob encomenda não muito convencionais para esse tipo (e marca) de carro, como um sedã (456 GT Sedan), conversível (456 GT Spyder) e uma perua (456 GT Venice)

Alfa Romeo Giulia GTA 1968

A Guilia GTA foi criada especialmente para competições…em especial o ETCC, a índole brava já vem explícita na nomenclatura (GTA – Gran Turismo Allegerita, Grã Turismo Aliviada), foi feita em parceria com a Autodelta, que após o serviço, se tornou a divisão esportiva da Alfa Romeo. O motor 1.6 4 cilindros e 115 HP podia alcançar 185 com a modificação do sistema de alimentação para uma injeção Lucas. Foi um modelo vitorioso tanto nas pistas européias quanto nas brasileiras.

Aston Martin DB5 1963

Provavelmente ao olhar essa foto, deve ter pensado em James Bond. O Aston Martin DB5 ao contrário dos outros carros da lista não ganhou fama por causa de desempenho em competições ou da força de seu motor 4.0 litros 6 cilindros e 286 HP. mas por ter sido lançado (e usado) junto à série cinematográfica 007, onde era o carro utilizado pelo espião britânico James Bond. O retorno foi tão grande, que a Aston Martin não precisava mais competir para demonstrar seus carros…

Alpine-Renault A110 1965

Pequeno, ágil, leve e veloz. Assim podemos definir o Alpine A110. Um dos mais importantes esportivos da década de 1960, fez bastante sucesso nas pistas, mas FEZ SUCESSO nos ralis, onde era o carro a ser batido, até a chegada dos Lancia Stratos, que aposentou o simpático carro de fibra de vidro com motor Renault 4 cilindros 1.6 litro.

Shelby Daytona 1964

Carroll Shelby foi mais ou menos um John Cooper yankee…fazia versões insanas de carros que já eram bons. O Shelby Daytona foi a exceção, pegou algo insano (Shelby Cobra) e fez um coupé ignorante!!! O único propósito do Shelby Daytona era humilhar Ferraris em competições. Coincidência ou não, a equipe que desenvolveu este monstro, foi a mesma que criou o Ford GT40 anos depois.

Jensen Interceptor 1966

O Interceptor foi baseado no Uirapuru, principalmente a parte traseira. Contava com o melhor de dois mundos: design europeu e motor americano, no caso um V8 383 (6.3 litros) Chrysler com opção de ser o famoso 440 Six Pack…no fim das contas o carro conseguia quase 400 HP. Ainda houve uma variante com 4×4, o Jensen FF (Ferguson Formula) que usava um 426 HEMI…

Chevrolet Corvette Stingray 1967

O Vette StingRay foi baseado nos conceitos Mako Shark e Sting Ray, veio 10 anos após o lançamento do carro, em 1963, vinha equipado com um motor 327 com carburação quádrupla e 300 HP ou na versão Z06, com injeção mecânica e 360 HP…isso no começo. Nada mal para uma resposta ao Shelby Cobra.

Lancia Montecarlo 1975

No começo era um estudo da Pininfarina para a FIAT, mas acabou sendo usado pela Lancia, com mecânica do Lancia Beta, dotado de um motor 2.0 e 120HP, podia ser pacato nas ruas…mas a versão Gr.5 era insana, feito em parceira com a Abarth e a Dallara, resultaram em várias vitórias e no título do Campeonato Mundial de Marcas de 1979. Além de ter dado origem ao mítico Lancia 037.

Jaguar XK-E 1961

Pessoalmente esse foi o mais lindo Jaguar feito, literalmente uma versão de rua do famoso (e fabuoloso) D-Type duas vezes vencedor das 24 Horas de Le Mans. Com três motores de respeito: o mais humilde, um 3.8 6 cilindros de 265 HP, depois (em 1966) um 4.2 também de 265HP, e em 1974, um V12 5.3 de 272 HP, uma bela forma de se despedir, já que no ano seguinte saia de produção. Um dos poucos carros atemporais, mesmo nos dias de hoje, um XK-E impõe respeito, tanto na aparência quanto no resto.

Audi Quattro Coupé 1987

O Audi Quattro ganhou notoriedade no início da década de 1980, quando estabeleceu novos parâmetros para o carro de rali, enquanto muitos olhavam torto para o fato de ser 4×4, achando que seria pesado e com desempenho amarrado…ele provou ser o contrário! O motor 5 cilindros 2.2 litros de aproximadamente 200 HP em competições, conseguia fornecer mais que o dobro da potência original…sem mais comentários.

fonte Bestcars

Preseguições

Carros e cinema são uma combinação antiga, especialmente em filmes de ação que invariavelmente descambam pra sequencias de perseguição alucinantes…temos 15 das cenas mais clássicas do cinema

The Italian Job – The Waltz scene
A sequência mais surreal de todas do filme, onde os ladrões durante a fuga, aproveitam pra dançar “O Danúbio Azul” com a polícia. Embora fosse cortada na edição final do filme, é uma das cenas mais legais.

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Foguetes de bolso

Hot Hatches são versões extremamente nervosas de hatches normais e de alguns citadinos, temos aqui 15 modelos épicos

Volkswagen Golf MkII GTi G60 1989

O Golf GTI já se destacava do Golf padrão, de série vinha com rodas BBS, bancos Recaro, painel completo e esportividade de sobra. Foi um dos primeiros carros desse nicho. O G60 vinha com um compressor volumétrico que rendia 160 HP aproximadamente. O GTI G60 serviu de base para a versão de rali do Golf que se diferenciava apenas pelos faróis quadrados.

FIAT Uno Turbo 1990

O Uno Turbo foi um dos melhores hot hatches dos anos 80, criado para bater de frente com o Peugeot 205 GTI, vinha com um motor 1.3 turbo de 105 HP que o empurrava a até 210 km/h!!!!! Nada mal para uma bota ortopédica! =)

Renault R5 Turbo 1979

O Renault R5 Turbo, foi o hot hatch mais insano de todos, mesmo o R5 Alpine tendo dividido o título de “criador” do segmento com o VW Golf GTI, o R5 Turbo foi além…era um pouquinho diferente do R5 normal, com motor central traseiro 1.3 turbo, 160HP e máxima de 200 km/h.

Volkswagen Gol GT 1.8 1984

O Gol GT era exatamente o inverso dos primeiros Gol, que sofriam com o fraco motor 1.3 oriundo do VW Sedan, logo substituído por um 1.6. O GT vinha com um 1.8 do Santana com comando do Golf GTI e 100 HP aproximadamente. Esteticamente vinha com a frente do sedã VW Voyage, com grade na cor do carro, rodas do VW Santana e bancos Recaro.

Ford Fiesta MkII XR2i 1989

O Fiesta XR2 era a versão esportiva do pequeno carrinho da Ford, se destacava dos outros Fiesta por ter motor 1.6. Era o mais forte dos Fiestas, não era mais nervoso para não brigar com o Escort (um segmento superior) em vendas. Mas o XR2i serviu de base para o breve Fiesta RS Turbo.

BMC Mini-Cooper 1961

O Mini Cooper é uma lenda, não só pelo histórico em competições, mas o valente carrinho já foi astro de filmes (The Italian Job) e é um ícone, resistiu ao teste do tempo sendo fabricado até 2000 quando foi reestilizado ganhando um ar mais moderno e com linhas retro.

FIAT-Abarth 695SS 1964

O FIAT 500 era uma febre na Itália nas décadas de 1950 e 1960, era leve, ágil, pequeno e barato. Mas a preparadora Abarth o levou além, e criou o 695, com motor redimensionado e suspensão revisada. E não contente, criaram o 695 esse esse (ou SS), que era praticamente um carro de corrida para uso urbano.

Ford Escort MkIII RS Turbo 1984

O XR3i era bom; o RS1600i era legal, mas o RS Turbo era o Escort mais animal de todos. Com um 1.6 turbo de 130 HP e alcançando 200 km/h, era o mais arisco de todos os Escort, sendo substituído pelo RS Cosworth. Um equivalente a sua altura.

Peugeot 205 GTI 1990

O 205 GTI era mais ou menos a versão mais mansa do lendário 205 t16, não tinha auxílios e era o carro de tração dianteira com comportamento dinâmico equivalente a um esportivo de tração traseira, sendo bastante elogiado na época de seu lançamento e considerado o melhor hot hatch de todos os tempos. Inicialmente com motor 1.6 de 100 HP que foi substituído por um 1.9 de 126 HP que lhe dava mais agilidade ainda.

Lancia Delta HF Integrale Evoluzzione 1992

O Lancia Delta era um hatch sem muitos chamativos, até resolverem botá-lo nos ralis. Daí veio o Delta HF Integrale, motor 2.0 turbo dianteiro com 215 HP, tração integral e final de 220 km/h. Isso tudo graças a melhorias aplicadas no modelo anterior, e talvez explique como conseguiu 6 títulos mundiais consecutivos. O Delta Integrale é hors concours comparado com os outros, mas sempre merece ser lembrado.

Opel Corsa GSi 1990

O Corsa GSi era a evolução do Corsa SR, usando mecânica semelhante ao modelo Sport, criado apenas para homologação no Campeonato Britânico de Rallies. Dotado de um motor 1.6 com 100HP, tinha performance melhor que os modelos anteriores SR e Sport, fazendo dele um modelo esportivo de fato.

Fiat Uno 1.5R 1989

O Uno 1.5R era a versão mais potente de todos os Uno, com 86 HP era basicamente o mesmo motor usado pela Fiat no Campeonato Brasileiro de Marcas e Pilotos. Era um carro marcante, pelo comportamento, bastante estável e ágil, além de marcante esteticamente, com a terceira porta sempre em preto fosco e cintos de segurança vermelhos, esse último item tradicional dos Fiat R no Brasil.

Honda Civic RS 1976

O pequeno Civic RS foi o predecessor dos Civic esportivos, seu motor 1.2 com 76 HP o fazia ser um carro rápido e bastante ágil. Só foram disponibilizados no mercado japonês e somente nessa tom de vermelho/laranja e rodas pretas. Foi o primeiro carro a ter o H vermelho da Honda.

Citroën AX GTi 1992

Chevrolet Chevette S/R 1981

O Chevrolet Chhevette S/R foi a última versão esportiva do Chevrolet Chevette, sendo feita exclusivamente em cima do modelo hatchback, serviu para lançar a nova motorização 1.6 de 80 HP com carburador de corpo duplo. Foi também a última versão esportiva do Chevette no Brasil.

Pilotos lendários : Rally

Colin “McCrash” McRae

Filho do lendário Jimmy McRae, seguiu os passos do pai como piloto tendo corrido com ele numa breve parte da carreira. Famoso por seu estilo desastrado e extremamente veloz, McRae ganhou a reputação de destruidor de carros além de inúmeros fãs. Fato esse que mesmo com a aposta de David Richards nele pra integrar o time da Subaru onde foi campeão inglês em 1991 e 1992 e mais tarde campeão mundial em 1995.

Carlos “El Matador” Sainz

El Matador foi o piloto que quebrou alguns tabus nos ralis. Foi o primeiro piloto não escandinavo a vencer em Jyväskylä, faturando o 1000 Lakes de 1990. além de ser um dos pilotos que mais participaram do WRC com 196 corridas.

Sebastien “Seb” Loeb

O maior piloto de todos os tempos do WRC, 9 títulos mundiais; 77 vitórias e mais de 1.500 pontos no campeonato.

Harry “Sputnik” Källström

Iniciou a carreira pela Lancia, onde foi campeão do ERC em 1969, logo acabou correndo pela Nissan, onde a bordo do Datsun Bluebird conseguiu terminar empatado com Shektar Mehta no Rally Safari de 1973, terminando em segundo porque o piloto queniano foi mais rápido nas espeiciais anteriores

Pauli Toivonen

Um dos Flyinn Finns da década de 1960, Pauli foi um dos responsáveis pelo sucesso da Citröen nos ralis, além de ter sido um dos primeiros pilotos oficiais da Lancia em 1967. Foi campeão do ERC em 1968

Rauno “Professor” Aaltonen

Rauno começou a correr de powerboats, depois de moto, onde foi o primeiro finlandês a vencer na MotoGP, aí se achou nos ralis. Em 1966 ganhou a Bathrust 500, onde a BMC levou nada menos que as 9 primeiras posições. 

Tony Fall

Lenda oldskool dos ralis, Tony era um dos melhores pilotos da década de 1960, nessa época formou o dream team da BMC, junto com Rauno Aaltonen, Timo Makkinen e Paddy Hopkirk. Além de ter terminado em 6º na maratona Londres-México em 1970 

Roger Clark

Roger Clark foi o primeiro britânico a vencer em casa no WRC (RAC Rally 1975) e foi o precursor das lendas britânicas de rally.

Erik “Mr. SAAB” Carlsson

Mestre da técnica de frenagem com o pé esquerdo, para compensar a falta de potência dos motores SAAB 2T perante os concorrentes, Carlsson se tornou uma referência em pilotagem graças ao controle que possuía.

Juha “KKK” Kankkunen

“Cria” de Timo Makkinen, foi um dos maiores Flyin’ Finns dos ralis, tetracampeão do WRC (1986, 1987, 1991, 1993) em seus mais de 20 anos de carreira, foi o único a correr de Gr.4, Gr.B, Gr.A e WRCar

Ari Vatanen

Último piloto campeão do WRC a correr de forma privada, Ari Vatanen foi bem sucedido em várias modalidades: venceu o Dakar 4 vezes (1987, 1989-1991), além da famosa subida de Pikes Peak.

Richard Burns

Lenda inglesa de breve passagem nos ralis, devido a um cancer cerebral. Campeão do WRC em 2001 e contestante ao título de 2003, quando na última etapa sofreu um desmaio e nem chegou a correr. Exames detectaram a doença e encerraram a carreira de um dos mais promissores pilotos ingleses que morreu em 2005, exatos 4 anos depois de seu título.

Walter Rörhl

Walter era esquiador e começou a correr nos ralis de forma descompromissada, impulsionado por seus amigos que viam nele potencial para piloto dos bons. No WRC foi bicampeão com a FIAT em 1980 e Opel em 1982 a bordo dos lendários 131 Abarth e Ascona 400 respectivamente

Michelle Mouton

Embora não tenha sido a primeira competitiva, foi a primeira a disputar o título mundial, perdendo apenas para Walter Röhrl em 1982. Além de ter sido a única pessoa a dominar totalmente um Audi Quattro

Antonio “Tony” Fassina

Apesar de uma carreira curta (1976-1981) Tony Fassina foi um grande piloto local, sendo campeão italiano duas vezes (1976 e 1979) com o Lancia Stratos, ficou famoso por sua vitória geral no Rali de Sanremo de 1979 com um Stratos da Jolly Club terminando a frente da equipe oficial da Fiat (Walter Rörhl e Attilio Bettega. Sendo uma das últimas vitórias do Stratos do WRC. Em 1981 foi campeão italiano novamente e campeão do ERC, dessa vez a bordo do Opel Ascona 400.

Estradas

Por definição, estradas são linhas de comunicação terrestres utilizadas por veículos automotores. Mas algumas estradas são muito mais que apenas uma ligação entre A e B. Temos aqui 15 das melhores estradas do mundo, tanto por prazer em dirigir, quanto pela beleza da paisagem

Transfăgărășan – Romênia
A estrada serpenteia o setor sul dos Cárpatos e era uma estrada militar, servindo de acesso em caso de uma possível invasão soviética. por conta da topografia é cheia de hairpins, curvas em S e descidas cegas, etc.


Trollstigen – Noruega
O Caminho dos Trolls foi criado em 1936 pelo Rei Haakon VIII da Noruega, ligando as cidades de Åndalsnes e Valldal. É uma estrada montanhosa famosa por suas 11 curvas fechadas e até 9% de inclinação com mirantes, cachoeiras e paredões rochosos.

Colle del Gran San Bernardo – Itália/Suíça
Talvez a mais antiga das estradas da lista, O Passo do Grande São Bernardo segue pelos Alpes entre a Suíça e a Itália além de seus 9% de inclinação e virtualmente ser impossível trafegar no inverno (um túnel foi construído em 1964 para facilitar o tráfego) tem relevância histórica…foi lá que as tropas de Napoleão derrotou o exército imperial austríaco em 1800.

Col de Turini – Monte Carlo
Considerada uma das melhores estradas para dirigir no mundo, Col de Turini não é apenas uma passagem entre Moulinet e La Bollène-Vésubie na região dos Alpes Marítimos da França. É um trecho icônico do Rali de Monte-Carlo com suas estradas estreitas e inúmeros hairpins, além de ter sido parte do lendário Tour de France em 1948, 1950 e 1975.

US Route 66 – Estados Unidos
A Estrada Mãe dos Estados Unidos, foi criada em 1926 e cortava o país de Leste à Oeste. Era um símbolo da Liberdade e do American Way of Life, mas a criação das Interestaduais em 1956, botou um fim gradual na Rota 66, sendo extinta em 1985. Mas seu apelo na cultura americana é tão grande que ainda hoje, muitos viajam pelo trajeto original da Rota 66.

Usui-tōge – Japão
O trecho de ligação entre Nagano e Gunma, uma das principais rotas de transporte da parte central do Japão. A National Route 18

Haruna-tōge – Japão
Alguns devem conhecer o monte Akina da série Initial D, mas ele na verdade foi criado inspirado no monte Haruna, uma das três montanhas de Jōmō.

Overseas Highway – Estados Unidos
A Overseas Highway era inicialmente a Overseas Railroad, extensão da Florida East Coast Railroad que ia até Key West. Mas em 1935, um furacão destruiu partes da estrada de ferro e a companhia férrea Florida East Coast Railway não andava bem de finanças e vendeu o trecho para o Estado. Feita a reforma, virou uma das estradas mais belas do mundo, ligando a Florida com a região do Golfo do México.

Atlanterhavsveien – Noruega
A Rodovia do Atlântico é uma seção da Fylkesvei 64, que liga a ilha de Averøy com a península de Romsdal. É razoavelmente curta, tem 8,3 km, mas é famosa pela ponte de Storseisundet.

Jebel Hafeet – Emirados Árabes Unidos
Uma estrada serpenteando montanhas e atravessando o deserto dos Emirados Árabes Unidos entre Omã e Dubai que acaba em um estacionamento próximo a um hotel e o palácio dos governantes locais. Nada mais legal que isso. Simples e direto!

Passo dello Stelvio – Itália
Criada entre 1820-1825 para ligar a província da Lombardia ao Império Austro-húngaro. Após a anexação da Lombardia pelo Reino da Itália, passou a servir de fronteira entre os dois impérios. Deixando a história e geografia pra lá…Temos a segunda estrada mais alta dos Alpes e seus 60 hairpins desafiam inclusive lendas como Stirling Moss que acabou batendo numa prova de Clássicos.

Paso Internacional Los Libertadores – Argentina/Chile
Mais conhecida como los Caracoles, por causa dos inúmeros hairpins, essa estrada liga Santiago (Chile) até Mendoza (Argentina) através da Cordilheira dos Andes. Por conta do trajeto sinuoso, sem guard-rails e nevascas frequentes, torna a condução extremamente perigosa.

Ruifang – Taiwan
A Provincial Highway 62, liga o distrito de Ruifang com o distrito de Anle em Taiwan. E passa serpenteando a área montanhosa de Jiufen, que além de ter sido um vilarejo de razoável importância pela extração de ouro entre 1893 e 1971, era um vilarejo isolado e após o fim da extração de ouro, decaiu muito retornando à condição de vila abandonada. Atualmente se tornou um dos pontos mais visitados (e fotografados) de New Taiwan City.

Icefields Parkway – Canadá
A Highway 93 de Alberta do Norte liga os parques nacionais de Banff e Jasper atravessando as Montanhas Rochosas. Não é tão sinuosa quanto as estradas Européias, mas os motoristas devem ter atenção com animais que cruzam a pista.

Guoliang Tunnel – China
Num pequeno vilarejo praticamente isolado nas montanhas Taihang na China, 13 moradores começaram a escavar a montanha para criar uma rota de ligação da vila com o mundo externo, o que só era possível através de uma trilha esculpida nas montanhas. Em 5 anos de trabalho duro e após algumas mortes, o túnel foi feito.