GTs

Porsche-Abarth 356 Carrera GTL
O 356 Carrera já era legal por ser um carro pequeno, leve e ágil. Encarava carros maiores sem pensar duas vezes, o GTL era mais leve e aerodinâmico. A Abarth fez um trabalho perfeito com a carroceria, que casou certinho com o motor Carrera. Vitórias na Targa Florio, 24 horas de Le Mans, 1000 km de Nürburgring, 12 horas de Sebring e Daytona!

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Foguetes de bolso

Hot Hatches são versões extremamente nervosas de hatches normais e de alguns citadinos, temos aqui 15 modelos épicos

Volkswagen Golf MkII GTi G60 1989

O Golf GTI já se destacava do Golf padrão, de série vinha com rodas BBS, bancos Recaro, painel completo e esportividade de sobra. Foi um dos primeiros carros desse nicho. O G60 vinha com um compressor volumétrico que rendia 160 HP aproximadamente. O GTI G60 serviu de base para a versão de rali do Golf que se diferenciava apenas pelos faróis quadrados.

FIAT Uno Turbo 1990

O Uno Turbo foi um dos melhores hot hatches dos anos 80, criado para bater de frente com o Peugeot 205 GTI, vinha com um motor 1.3 turbo de 105 HP que o empurrava a até 210 km/h!!!!! Nada mal para uma bota ortopédica! =)

Renault R5 Turbo 1979

O Renault R5 Turbo, foi o hot hatch mais insano de todos, mesmo o R5 Alpine tendo dividido o título de “criador” do segmento com o VW Golf GTI, o R5 Turbo foi além…era um pouquinho diferente do R5 normal, com motor central traseiro 1.3 turbo, 160HP e máxima de 200 km/h.

Volkswagen Gol GT 1.8 1984

O Gol GT era exatamente o inverso dos primeiros Gol, que sofriam com o fraco motor 1.3 oriundo do VW Sedan, logo substituído por um 1.6. O GT vinha com um 1.8 do Santana com comando do Golf GTI e 100 HP aproximadamente. Esteticamente vinha com a frente do sedã VW Voyage, com grade na cor do carro, rodas do VW Santana e bancos Recaro.

Ford Fiesta MkII XR2i 1989

O Fiesta XR2 era a versão esportiva do pequeno carrinho da Ford, se destacava dos outros Fiesta por ter motor 1.6. Era o mais forte dos Fiestas, não era mais nervoso para não brigar com o Escort (um segmento superior) em vendas. Mas o XR2i serviu de base para o breve Fiesta RS Turbo.

BMC Mini-Cooper 1961

O Mini Cooper é uma lenda, não só pelo histórico em competições, mas o valente carrinho já foi astro de filmes (The Italian Job) e é um ícone, resistiu ao teste do tempo sendo fabricado até 2000 quando foi reestilizado ganhando um ar mais moderno e com linhas retro.

FIAT-Abarth 695SS 1964

O FIAT 500 era uma febre na Itália nas décadas de 1950 e 1960, era leve, ágil, pequeno e barato. Mas a preparadora Abarth o levou além, e criou o 695, com motor redimensionado e suspensão revisada. E não contente, criaram o 695 esse esse (ou SS), que era praticamente um carro de corrida para uso urbano.

Ford Escort MkIII RS Turbo 1984

O XR3i era bom; o RS1600i era legal, mas o RS Turbo era o Escort mais animal de todos. Com um 1.6 turbo de 130 HP e alcançando 200 km/h, era o mais arisco de todos os Escort, sendo substituído pelo RS Cosworth. Um equivalente a sua altura.

Peugeot 205 GTI 1990

O 205 GTI era mais ou menos a versão mais mansa do lendário 205 t16, não tinha auxílios e era o carro de tração dianteira com comportamento dinâmico equivalente a um esportivo de tração traseira, sendo bastante elogiado na época de seu lançamento e considerado o melhor hot hatch de todos os tempos. Inicialmente com motor 1.6 de 100 HP que foi substituído por um 1.9 de 126 HP que lhe dava mais agilidade ainda.

Lancia Delta HF Integrale Evoluzzione 1992

O Lancia Delta era um hatch sem muitos chamativos, até resolverem botá-lo nos ralis. Daí veio o Delta HF Integrale, motor 2.0 turbo dianteiro com 215 HP, tração integral e final de 220 km/h. Isso tudo graças a melhorias aplicadas no modelo anterior, e talvez explique como conseguiu 6 títulos mundiais consecutivos. O Delta Integrale é hors concours comparado com os outros, mas sempre merece ser lembrado.

Opel Corsa GSi 1990

O Corsa GSi era a evolução do Corsa SR, usando mecânica semelhante ao modelo Sport, criado apenas para homologação no Campeonato Britânico de Rallies. Dotado de um motor 1.6 com 100HP, tinha performance melhor que os modelos anteriores SR e Sport, fazendo dele um modelo esportivo de fato.

Fiat Uno 1.5R 1989

O Uno 1.5R era a versão mais potente de todos os Uno, com 86 HP era basicamente o mesmo motor usado pela Fiat no Campeonato Brasileiro de Marcas e Pilotos. Era um carro marcante, pelo comportamento, bastante estável e ágil, além de marcante esteticamente, com a terceira porta sempre em preto fosco e cintos de segurança vermelhos, esse último item tradicional dos Fiat R no Brasil.

Honda Civic RS 1976

O pequeno Civic RS foi o predecessor dos Civic esportivos, seu motor 1.2 com 76 HP o fazia ser um carro rápido e bastante ágil. Só foram disponibilizados no mercado japonês e somente nessa tom de vermelho/laranja e rodas pretas. Foi o primeiro carro a ter o H vermelho da Honda.

Citroën AX GTi 1992

Chevrolet Chevette S/R 1981

O Chevrolet Chhevette S/R foi a última versão esportiva do Chevrolet Chevette, sendo feita exclusivamente em cima do modelo hatchback, serviu para lançar a nova motorização 1.6 de 80 HP com carburador de corpo duplo. Foi também a última versão esportiva do Chevette no Brasil.

Pilotos lendários : Rally

Colin “McCrash” McRae

Filho do lendário Jimmy McRae, seguiu os passos do pai como piloto tendo corrido com ele numa breve parte da carreira. Famoso por seu estilo desastrado e extremamente veloz, McRae ganhou a reputação de destruidor de carros além de inúmeros fãs. Fato esse que mesmo com a aposta de David Richards nele pra integrar o time da Subaru onde foi campeão inglês em 1991 e 1992 e mais tarde campeão mundial em 1995.

Carlos “El Matador” Sainz

El Matador foi o piloto que quebrou alguns tabus nos ralis. Foi o primeiro piloto não escandinavo a vencer em Jyväskylä, faturando o 1000 Lakes de 1990. além de ser um dos pilotos que mais participaram do WRC com 196 corridas.

Sebastien “Seb” Loeb

O maior piloto de todos os tempos do WRC, 9 títulos mundiais; 77 vitórias e mais de 1.500 pontos no campeonato.

Harry “Sputnik” Källström

Iniciou a carreira pela Lancia, onde foi campeão do ERC em 1969, logo acabou correndo pela Nissan, onde a bordo do Datsun Bluebird conseguiu terminar empatado com Shektar Mehta no Rally Safari de 1973, terminando em segundo porque o piloto queniano foi mais rápido nas espeiciais anteriores

Pauli Toivonen

Um dos Flyinn Finns da década de 1960, Pauli foi um dos responsáveis pelo sucesso da Citröen nos ralis, além de ter sido um dos primeiros pilotos oficiais da Lancia em 1967. Foi campeão do ERC em 1968

Rauno “Professor” Aaltonen

Rauno começou a correr de powerboats, depois de moto, onde foi o primeiro finlandês a vencer na MotoGP, aí se achou nos ralis. Em 1966 ganhou a Bathrust 500, onde a BMC levou nada menos que as 9 primeiras posições. 

Tony Fall

Lenda oldskool dos ralis, Tony era um dos melhores pilotos da década de 1960, nessa época formou o dream team da BMC, junto com Rauno Aaltonen, Timo Makkinen e Paddy Hopkirk. Além de ter terminado em 6º na maratona Londres-México em 1970 

Roger Clark

Roger Clark foi o primeiro britânico a vencer em casa no WRC (RAC Rally 1975) e foi o precursor das lendas britânicas de rally.

Erik “Mr. SAAB” Carlsson

Mestre da técnica de frenagem com o pé esquerdo, para compensar a falta de potência dos motores SAAB 2T perante os concorrentes, Carlsson se tornou uma referência em pilotagem graças ao controle que possuía.

Juha “KKK” Kankkunen

“Cria” de Timo Makkinen, foi um dos maiores Flyin’ Finns dos ralis, tetracampeão do WRC (1986, 1987, 1991, 1993) em seus mais de 20 anos de carreira, foi o único a correr de Gr.4, Gr.B, Gr.A e WRCar

Ari Vatanen

Último piloto campeão do WRC a correr de forma privada, Ari Vatanen foi bem sucedido em várias modalidades: venceu o Dakar 4 vezes (1987, 1989-1991), além da famosa subida de Pikes Peak.

Richard Burns

Lenda inglesa de breve passagem nos ralis, devido a um cancer cerebral. Campeão do WRC em 2001 e contestante ao título de 2003, quando na última etapa sofreu um desmaio e nem chegou a correr. Exames detectaram a doença e encerraram a carreira de um dos mais promissores pilotos ingleses que morreu em 2005, exatos 4 anos depois de seu título.

Walter Rörhl

Walter era esquiador e começou a correr nos ralis de forma descompromissada, impulsionado por seus amigos que viam nele potencial para piloto dos bons. No WRC foi bicampeão com a FIAT em 1980 e Opel em 1982 a bordo dos lendários 131 Abarth e Ascona 400 respectivamente

Michelle Mouton

Embora não tenha sido a primeira competitiva, foi a primeira a disputar o título mundial, perdendo apenas para Walter Röhrl em 1982. Além de ter sido a única pessoa a dominar totalmente um Audi Quattro

Antonio “Tony” Fassina

Apesar de uma carreira curta (1976-1981) Tony Fassina foi um grande piloto local, sendo campeão italiano duas vezes (1976 e 1979) com o Lancia Stratos, ficou famoso por sua vitória geral no Rali de Sanremo de 1979 com um Stratos da Jolly Club terminando a frente da equipe oficial da Fiat (Walter Rörhl e Attilio Bettega. Sendo uma das últimas vitórias do Stratos do WRC. Em 1981 foi campeão italiano novamente e campeão do ERC, dessa vez a bordo do Opel Ascona 400.

Cunha

O formato em cunha apareceu no final dos anos 60/início dos anos 70 como um estilo radical e futurista…durou até a década de 1990! Moldou toda uma geração de carros dos sonhos de muita gente, seja em filmes, séries, posters, ou revistas.

Lotus Esprit

A primeira geração do Esprit ficou famosa como Wet Nellie, o carro submarino do 007 em O Espião que me amava, após a cena de perseguição onde o carro era perseguido por moto, carro e um helicóptero. Retornou como Bond car em sua geração posterior, na versão Essex Esprit Turbo. Logo, se tornou um dos queridinhos do cinema, alavancando a imagem da Lotus entre as décadas de 1980 e início de 1990. Instinto Selvagem, Espião Por Engano, Uma Linda Mulher, Milionário num Instante, Rookie – Um Profissional de Perigo e a série The Highwayman, o Esprit estava em todas.


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Estradas

Por definição, estradas são linhas de comunicação terrestres utilizadas por veículos automotores. Mas algumas estradas são muito mais que apenas uma ligação entre A e B. Temos aqui 15 das melhores estradas do mundo, tanto por prazer em dirigir, quanto pela beleza da paisagem

Transfăgărășan – Romênia
A estrada serpenteia o setor sul dos Cárpatos e era uma estrada militar, servindo de acesso em caso de uma possível invasão soviética. por conta da topografia é cheia de hairpins, curvas em S e descidas cegas, etc.


Trollstigen – Noruega
O Caminho dos Trolls foi criado em 1936 pelo Rei Haakon VIII da Noruega, ligando as cidades de Åndalsnes e Valldal. É uma estrada montanhosa famosa por suas 11 curvas fechadas e até 9% de inclinação com mirantes, cachoeiras e paredões rochosos.

Colle del Gran San Bernardo – Itália/Suíça
Talvez a mais antiga das estradas da lista, O Passo do Grande São Bernardo segue pelos Alpes entre a Suíça e a Itália além de seus 9% de inclinação e virtualmente ser impossível trafegar no inverno (um túnel foi construído em 1964 para facilitar o tráfego) tem relevância histórica…foi lá que as tropas de Napoleão derrotou o exército imperial austríaco em 1800.

Col de Turini – Monte Carlo
Considerada uma das melhores estradas para dirigir no mundo, Col de Turini não é apenas uma passagem entre Moulinet e La Bollène-Vésubie na região dos Alpes Marítimos da França. É um trecho icônico do Rali de Monte-Carlo com suas estradas estreitas e inúmeros hairpins, além de ter sido parte do lendário Tour de France em 1948, 1950 e 1975.

US Route 66 – Estados Unidos
A Estrada Mãe dos Estados Unidos, foi criada em 1926 e cortava o país de Leste à Oeste. Era um símbolo da Liberdade e do American Way of Life, mas a criação das Interestaduais em 1956, botou um fim gradual na Rota 66, sendo extinta em 1985. Mas seu apelo na cultura americana é tão grande que ainda hoje, muitos viajam pelo trajeto original da Rota 66.

Usui-tōge – Japão
O trecho de ligação entre Nagano e Gunma, uma das principais rotas de transporte da parte central do Japão. A National Route 18

Haruna-tōge – Japão
Alguns devem conhecer o monte Akina da série Initial D, mas ele na verdade foi criado inspirado no monte Haruna, uma das três montanhas de Jōmō.

Overseas Highway – Estados Unidos
A Overseas Highway era inicialmente a Overseas Railroad, extensão da Florida East Coast Railroad que ia até Key West. Mas em 1935, um furacão destruiu partes da estrada de ferro e a companhia férrea Florida East Coast Railway não andava bem de finanças e vendeu o trecho para o Estado. Feita a reforma, virou uma das estradas mais belas do mundo, ligando a Florida com a região do Golfo do México.

Atlanterhavsveien – Noruega
A Rodovia do Atlântico é uma seção da Fylkesvei 64, que liga a ilha de Averøy com a península de Romsdal. É razoavelmente curta, tem 8,3 km, mas é famosa pela ponte de Storseisundet.

Jebel Hafeet – Emirados Árabes Unidos
Uma estrada serpenteando montanhas e atravessando o deserto dos Emirados Árabes Unidos entre Omã e Dubai que acaba em um estacionamento próximo a um hotel e o palácio dos governantes locais. Nada mais legal que isso. Simples e direto!

Passo dello Stelvio – Itália
Criada entre 1820-1825 para ligar a província da Lombardia ao Império Austro-húngaro. Após a anexação da Lombardia pelo Reino da Itália, passou a servir de fronteira entre os dois impérios. Deixando a história e geografia pra lá…Temos a segunda estrada mais alta dos Alpes e seus 60 hairpins desafiam inclusive lendas como Stirling Moss que acabou batendo numa prova de Clássicos.

Paso Internacional Los Libertadores – Argentina/Chile
Mais conhecida como los Caracoles, por causa dos inúmeros hairpins, essa estrada liga Santiago (Chile) até Mendoza (Argentina) através da Cordilheira dos Andes. Por conta do trajeto sinuoso, sem guard-rails e nevascas frequentes, torna a condução extremamente perigosa.

Ruifang – Taiwan
A Provincial Highway 62, liga o distrito de Ruifang com o distrito de Anle em Taiwan. E passa serpenteando a área montanhosa de Jiufen, que além de ter sido um vilarejo de razoável importância pela extração de ouro entre 1893 e 1971, era um vilarejo isolado e após o fim da extração de ouro, decaiu muito retornando à condição de vila abandonada. Atualmente se tornou um dos pontos mais visitados (e fotografados) de New Taiwan City.

Icefields Parkway – Canadá
A Highway 93 de Alberta do Norte liga os parques nacionais de Banff e Jasper atravessando as Montanhas Rochosas. Não é tão sinuosa quanto as estradas Européias, mas os motoristas devem ter atenção com animais que cruzam a pista.

Guoliang Tunnel – China
Num pequeno vilarejo praticamente isolado nas montanhas Taihang na China, 13 moradores começaram a escavar a montanha para criar uma rota de ligação da vila com o mundo externo, o que só era possível através de uma trilha esculpida nas montanhas. Em 5 anos de trabalho duro e após algumas mortes, o túnel foi feito.

GT1

Com o fim do Mundial de Sport-protótipos em 1992, o pessoal sentiu falta de um campeonato reunindo carros GTs e provas de longa duração. Em 1994 foi criado o BPR Global GT Series, que logo fez sucesso sendo tomado pela FIA e transformado em FIA GT Championship que foi mudando de nome até o atual FIA GT series. Nesse tempo todo, a especificação dos carros GT1 mudou um pouco, temos aqui 15 carros que foram marcos nessa classe

Porsche 911 GT1
Até o 911 GT1, todos os carros da categoria eram modelos com visual semelhante aos de rua. Foi o primeiro a inverter o padrão de desenvolver um carro de rua para as pistas, tentando adaptar o carro de corrida para as ruas.


Toyota GT-ONE
Inspirada pelo sucesso da Mercedes-Benz e Porsche nos campeonatos de GT, a Toyota resolveu criar um GT de corridas que pudesse ser adaptado para as ruas. Explorando a mesma brecha de regulamento que a Mercedes-Benz, acabou participando das 24H de Le Mans de 1998 e 1999 com bons resultados.

Lotus Elise GT1
Com a mudança do BPR para FIA GT em 1997, a Lotus apresentava o sucessor do Lotus Esprit, o Lotus Elise GT1. Embora o anterior fosse comparável ao Porsche 911 GT1 e McLaren F1 GTR, o Elise herdou seus problemas de durabilidade, e após a temporada de 1997, a Lotus dava adeus ao endurance

McLaren F1 GTR
Lançado pouco antes da estréia do BPR, o McLaren F1 fez sucesso na categoria ganhando uma versão de competição a pedido das equipes para correr no BPR. Entre 1995 e 1999 foi um grande sucesso nas pistas em várias categorias de GT.

Nissan R390 GT1
Foi o último a aproveitar a farra da brecha da mala. O R390 era promissor, e teve vida curta (1997-1998), embora tenha tido muitos problemas de durabilidade em 1997, no ano seguinte conseguiu um pódio nas 24 horas de Le Mans.

Mercedes-Benz CLK-GTR
A Mercedes-Benz vendo o sucesso dos GTs resolveu entrar na briga pra encarar Ferraris e Porsches. Pra desenvolver seu carro, secretamente comprou um McLaren F1 GTR da Larbre e enviou para a AMG para testes e desenvolvimento do carro. Apesar de problemas nos freios na primeira corrida, mostrou-se o carro a ser batido.

Panoz Esperante GTR-1
Don Panoz junto com o pessoal da Reynard e da Ford resolveu entrar na brincadeira, e fazer uma versão especial do seu Panoz Esperante. Com motor Roush da Nascar e direito a ser o proprietário do único Esperante GTR-1 homologado para as ruas.

Maserati MC12
Era uma evolução da Ferrari Enzo, que marcava o retorno da marca depois de 37 anos. Dominou o FIA GT entre 2004 e 2010

Ferrari F40 LM
Embora a Ferrari não tivesse a intenção de utilizá-la em corridas, algumas pessoas viram potencial na F40 e provou-se ser um carro competitivo, nisso a Ferrari estendeu a vida útil do modelo em alguns anos fazendo a F40 LM, que logo seria substituída pela versão esportiva da F50.

Lister Storm GTL
O GTL foi uma evolução do Storm GTS para tentar acompanhar o ritmo dos CLK-GTR, e 911 GT1, mas infelizmente era pouco durável e não muito competitivo. Embora tenha tido mais sorte correndo como GT2.

Saleen S7R
Após a farra que tinham feito entre 1996 e 1998, os GT1 voltaram a ser carros menos protótipos, e o Saleen S7R retomava a filosofia de carro de corrida feito a partir do modelo de rua. Foi bem-sucedido no tempo em que correu no FIA GT e ALMS entre 2000 e 2007

Ford GT1
Embora o Ford GT tenha sido fabricado entre 2004 e 2006, o GT1 foi criado e usado entre 2009 e 2011 no FIA GT sem muitos resultados.

Honda NSX Turbo GT1
O NSX Turbo foi uma tentativa japonesa de resposta ao McLaren F1 GTR, embora fossem rápidos não conseguiram bons resultados nas 24 horas de Le Mans de 1995

Ferrari F50 GT
Com o lançamento da Ferrari F50 e o sucesso da F40 LM no BPR, a fábrica de Maranello cogitou uma versão GT1 do novo carro, mas foi cancelada graças ao Porsche 911 GT1 embora esse tenha corrido como convidado e não marcasse pontos no campeonato. Uma pena…

Venturi 600 LM
Uma das vedetes do BPR, o esportivo francês botava no bolso F40, McLaren F1 e demais com razoável facilidade, porém ficou defasado com rapidez.

Patrocinadores #2

Devido ao sucesso do post anterior, segue a continuação com mais 15 paintschemes famosos no mundo das competições

Calsonic

A fabricante de peças automotivas japonesa Calsonic é a principal patrocinadora da equipe japonesa Impul desde 1987, e desde então os nissan azuis são presença marcante no automobilismo japonês

 

Duracell

Famoso fabricante de pilhas e baterias norte-americano, patrocinou o Lola T93/00 da Scandia-Simon usado por Raul Boesel na CART em 1993

Dominos Pizza

Rede de pizzarias americana, fez sucesso na Indy com Arie Luyendyk e Raul Boesel na Indy500

Kmart

Loja de Departamentos americana, parceira antiga da Newmann-Hass na época da CART, com layout predominantemente branco, depois preto e branco e no final todo preto

Target

A rede de lojas Target é parceira antiga da equipe de Chip Ganassi, seus carros vermelhos com um alvo branco são famosos na Indy e Nascar

Du Pont

Companhia de produtos químicos americana, que graças ao layout colorido usado nos carros da Hendrick, rendeu ao piloto Jeff Gordon o apelido de “Rainbow Warrior”

Tissot

Fabricante suiça de relógios, patrocinou a Sauber no início da equipe na F1. Eram um dos raros e lindos carros pretos de F1

USF&G

A seguradora United States Finacial & Guaranty Company patrocinou a equipe Arrows no final da década de 1980

Leyton House

Companhia Imobiliária Japonesa, que foi parceira da MArch no seu retorno à F1 entre 1987 e 1992, quando a companhia faliu após investigações de lavagem de dinheiro

NARVA

Fabricante de lâmpadas da Alemanha Oriental, patrocinava os carros da Melkus nos campeonatos de fórmula e protótipos na cortina de ferro

Footwork

Outra empresa japonesa, a Footwork, empresa de logística, investiu seriamente na Arrows na primeira parte da década de 1990

Akai

Companhia japonesa de equipamentos de áudio e vídeo, patrocinou a equipe de Richard Lloyd no BTCC.



Canon

Fabricante de equipamentos fotográficos, foi parceira da Williams na F1 durante a década de 1980 e início da década de 1990.

Braun

Fabricante alemão de eletrodomésticos, patrocinou a Tyrrell por um breve período, e assim como as primieras Sauber, tinha um belo layout preto nos carros.

BASF

Fábrica alemã de produtos químicos, tinha um dos layouts mais legais da extinta BMW ProCar