Estradas

Por definição, estradas são linhas de comunicação terrestres utilizadas por veículos automotores. Mas algumas estradas são muito mais que apenas uma ligação entre A e B. Temos aqui 15 das melhores estradas do mundo, tanto por prazer em dirigir, quanto pela beleza da paisagem

Transfăgărășan – Romênia
A estrada serpenteia o setor sul dos Cárpatos e era uma estrada militar, servindo de acesso em caso de uma possível invasão soviética. por conta da topografia é cheia de hairpins, curvas em S e descidas cegas, etc.


Trollstigen – Noruega
O Caminho dos Trolls foi criado em 1936 pelo Rei Haakon VIII da Noruega, ligando as cidades de Åndalsnes e Valldal. É uma estrada montanhosa famosa por suas 11 curvas fechadas e até 9% de inclinação com mirantes, cachoeiras e paredões rochosos.

Colle del Gran San Bernardo – Itália/Suíça
Talvez a mais antiga das estradas da lista, O Passo do Grande São Bernardo segue pelos Alpes entre a Suíça e a Itália além de seus 9% de inclinação e virtualmente ser impossível trafegar no inverno (um túnel foi construído em 1964 para facilitar o tráfego) tem relevância histórica…foi lá que as tropas de Napoleão derrotou o exército imperial austríaco em 1800.

Col de Turini – Monte Carlo
Considerada uma das melhores estradas para dirigir no mundo, Col de Turini não é apenas uma passagem entre Moulinet e La Bollène-Vésubie na região dos Alpes Marítimos da França. É um trecho icônico do Rali de Monte-Carlo com suas estradas estreitas e inúmeros hairpins, além de ter sido parte do lendário Tour de France em 1948, 1950 e 1975.

US Route 66 – Estados Unidos
A Estrada Mãe dos Estados Unidos, foi criada em 1926 e cortava o país de Leste à Oeste. Era um símbolo da Liberdade e do American Way of Life, mas a criação das Interestaduais em 1956, botou um fim gradual na Rota 66, sendo extinta em 1985. Mas seu apelo na cultura americana é tão grande que ainda hoje, muitos viajam pelo trajeto original da Rota 66.

Usui-tōge – Japão
O trecho de ligação entre Nagano e Gunma, uma das principais rotas de transporte da parte central do Japão. A National Route 18

Haruna-tōge – Japão
Alguns devem conhecer o monte Akina da série Initial D, mas ele na verdade foi criado inspirado no monte Haruna, uma das três montanhas de Jōmō.

Overseas Highway – Estados Unidos
A Overseas Highway era inicialmente a Overseas Railroad, extensão da Florida East Coast Railroad que ia até Key West. Mas em 1935, um furacão destruiu partes da estrada de ferro e a companhia férrea Florida East Coast Railway não andava bem de finanças e vendeu o trecho para o Estado. Feita a reforma, virou uma das estradas mais belas do mundo, ligando a Florida com a região do Golfo do México.

Atlanterhavsveien – Noruega
A Rodovia do Atlântico é uma seção da Fylkesvei 64, que liga a ilha de Averøy com a península de Romsdal. É razoavelmente curta, tem 8,3 km, mas é famosa pela ponte de Storseisundet.

Jebel Hafeet – Emirados Árabes Unidos
Uma estrada serpenteando montanhas e atravessando o deserto dos Emirados Árabes Unidos entre Omã e Dubai que acaba em um estacionamento próximo a um hotel e o palácio dos governantes locais. Nada mais legal que isso. Simples e direto!

Passo dello Stelvio – Itália
Criada entre 1820-1825 para ligar a província da Lombardia ao Império Austro-húngaro. Após a anexação da Lombardia pelo Reino da Itália, passou a servir de fronteira entre os dois impérios. Deixando a história e geografia pra lá…Temos a segunda estrada mais alta dos Alpes e seus 60 hairpins desafiam inclusive lendas como Stirling Moss que acabou batendo numa prova de Clássicos.

Paso Internacional Los Libertadores – Argentina/Chile
Mais conhecida como los Caracoles, por causa dos inúmeros hairpins, essa estrada liga Santiago (Chile) até Mendoza (Argentina) através da Cordilheira dos Andes. Por conta do trajeto sinuoso, sem guard-rails e nevascas frequentes, torna a condução extremamente perigosa.

Ruifang – Taiwan
A Provincial Highway 62, liga o distrito de Ruifang com o distrito de Anle em Taiwan. E passa serpenteando a área montanhosa de Jiufen, que além de ter sido um vilarejo de razoável importância pela extração de ouro entre 1893 e 1971, era um vilarejo isolado e após o fim da extração de ouro, decaiu muito retornando à condição de vila abandonada. Atualmente se tornou um dos pontos mais visitados (e fotografados) de New Taiwan City.

Icefields Parkway – Canadá
A Highway 93 de Alberta do Norte liga os parques nacionais de Banff e Jasper atravessando as Montanhas Rochosas. Não é tão sinuosa quanto as estradas Européias, mas os motoristas devem ter atenção com animais que cruzam a pista.

Guoliang Tunnel – China
Num pequeno vilarejo praticamente isolado nas montanhas Taihang na China, 13 moradores começaram a escavar a montanha para criar uma rota de ligação da vila com o mundo externo, o que só era possível através de uma trilha esculpida nas montanhas. Em 5 anos de trabalho duro e após algumas mortes, o túnel foi feito.

GT1

Com o fim do Mundial de Sport-protótipos em 1992, o pessoal sentiu falta de um campeonato reunindo carros GTs e provas de longa duração. Em 1994 foi criado o BPR Global GT Series, que logo fez sucesso sendo tomado pela FIA e transformado em FIA GT Championship que foi mudando de nome até o atual FIA GT series. Nesse tempo todo, a especificação dos carros GT1 mudou um pouco, temos aqui 15 carros que foram marcos nessa classe

Porsche 911 GT1
Até o 911 GT1, todos os carros da categoria eram modelos com visual semelhante aos de rua. Foi o primeiro a inverter o padrão de desenvolver um carro de rua para as pistas, tentando adaptar o carro de corrida para as ruas.


Toyota GT-ONE
Inspirada pelo sucesso da Mercedes-Benz e Porsche nos campeonatos de GT, a Toyota resolveu criar um GT de corridas que pudesse ser adaptado para as ruas. Explorando a mesma brecha de regulamento que a Mercedes-Benz, acabou participando das 24H de Le Mans de 1998 e 1999 com bons resultados.

Lotus Elise GT1
Com a mudança do BPR para FIA GT em 1997, a Lotus apresentava o sucessor do Lotus Esprit, o Lotus Elise GT1. Embora o anterior fosse comparável ao Porsche 911 GT1 e McLaren F1 GTR, o Elise herdou seus problemas de durabilidade, e após a temporada de 1997, a Lotus dava adeus ao endurance

McLaren F1 GTR
Lançado pouco antes da estréia do BPR, o McLaren F1 fez sucesso na categoria ganhando uma versão de competição a pedido das equipes para correr no BPR. Entre 1995 e 1999 foi um grande sucesso nas pistas em várias categorias de GT.

Nissan R390 GT1
Foi o último a aproveitar a farra da brecha da mala. O R390 era promissor, e teve vida curta (1997-1998), embora tenha tido muitos problemas de durabilidade em 1997, no ano seguinte conseguiu um pódio nas 24 horas de Le Mans.

Mercedes-Benz CLK-GTR
A Mercedes-Benz vendo o sucesso dos GTs resolveu entrar na briga pra encarar Ferraris e Porsches. Pra desenvolver seu carro, secretamente comprou um McLaren F1 GTR da Larbre e enviou para a AMG para testes e desenvolvimento do carro. Apesar de problemas nos freios na primeira corrida, mostrou-se o carro a ser batido.

Panoz Esperante GTR-1
Don Panoz junto com o pessoal da Reynard e da Ford resolveu entrar na brincadeira, e fazer uma versão especial do seu Panoz Esperante. Com motor Roush da Nascar e direito a ser o proprietário do único Esperante GTR-1 homologado para as ruas.

Maserati MC12
Era uma evolução da Ferrari Enzo, que marcava o retorno da marca depois de 37 anos. Dominou o FIA GT entre 2004 e 2010

Ferrari F40 LM
Embora a Ferrari não tivesse a intenção de utilizá-la em corridas, algumas pessoas viram potencial na F40 e provou-se ser um carro competitivo, nisso a Ferrari estendeu a vida útil do modelo em alguns anos fazendo a F40 LM, que logo seria substituída pela versão esportiva da F50.

Lister Storm GTL
O GTL foi uma evolução do Storm GTS para tentar acompanhar o ritmo dos CLK-GTR, e 911 GT1, mas infelizmente era pouco durável e não muito competitivo. Embora tenha tido mais sorte correndo como GT2.

Saleen S7R
Após a farra que tinham feito entre 1996 e 1998, os GT1 voltaram a ser carros menos protótipos, e o Saleen S7R retomava a filosofia de carro de corrida feito a partir do modelo de rua. Foi bem-sucedido no tempo em que correu no FIA GT e ALMS entre 2000 e 2007

Ford GT1
Embora o Ford GT tenha sido fabricado entre 2004 e 2006, o GT1 foi criado e usado entre 2009 e 2011 no FIA GT sem muitos resultados.

Honda NSX Turbo GT1
O NSX Turbo foi uma tentativa japonesa de resposta ao McLaren F1 GTR, embora fossem rápidos não conseguiram bons resultados nas 24 horas de Le Mans de 1995

Ferrari F50 GT
Com o lançamento da Ferrari F50 e o sucesso da F40 LM no BPR, a fábrica de Maranello cogitou uma versão GT1 do novo carro, mas foi cancelada graças ao Porsche 911 GT1 embora esse tenha corrido como convidado e não marcasse pontos no campeonato. Uma pena…

Venturi 600 LM
Uma das vedetes do BPR, o esportivo francês botava no bolso F40, McLaren F1 e demais com razoável facilidade, porém ficou defasado com rapidez.

Patrocinadores #2

Devido ao sucesso do post anterior, segue a continuação com mais 15 paintschemes famosos no mundo das competições

Calsonic

A fabricante de peças automotivas japonesa Calsonic é a principal patrocinadora da equipe japonesa Impul desde 1987, e desde então os nissan azuis são presença marcante no automobilismo japonês

 

Duracell

Famoso fabricante de pilhas e baterias norte-americano, patrocinou o Lola T93/00 da Scandia-Simon usado por Raul Boesel na CART em 1993

Dominos Pizza

Rede de pizzarias americana, fez sucesso na Indy com Arie Luyendyk e Raul Boesel na Indy500

Kmart

Loja de Departamentos americana, parceira antiga da Newmann-Hass na época da CART, com layout predominantemente branco, depois preto e branco e no final todo preto

Target

A rede de lojas Target é parceira antiga da equipe de Chip Ganassi, seus carros vermelhos com um alvo branco são famosos na Indy e Nascar

Du Pont

Companhia de produtos químicos americana, que graças ao layout colorido usado nos carros da Hendrick, rendeu ao piloto Jeff Gordon o apelido de “Rainbow Warrior”

Tissot

Fabricante suiça de relógios, patrocinou a Sauber no início da equipe na F1. Eram um dos raros e lindos carros pretos de F1

USF&G

A seguradora United States Finacial & Guaranty Company patrocinou a equipe Arrows no final da década de 1980

Leyton House

Companhia Imobiliária Japonesa, que foi parceira da MArch no seu retorno à F1 entre 1987 e 1992, quando a companhia faliu após investigações de lavagem de dinheiro

NARVA

Fabricante de lâmpadas da Alemanha Oriental, patrocinava os carros da Melkus nos campeonatos de fórmula e protótipos na cortina de ferro

Footwork

Outra empresa japonesa, a Footwork, empresa de logística, investiu seriamente na Arrows na primeira parte da década de 1990

Akai

Companhia japonesa de equipamentos de áudio e vídeo, patrocinou a equipe de Richard Lloyd no BTCC.



Canon

Fabricante de equipamentos fotográficos, foi parceira da Williams na F1 durante a década de 1980 e início da década de 1990.

Braun

Fabricante alemão de eletrodomésticos, patrocinou a Tyrrell por um breve período, e assim como as primieras Sauber, tinha um belo layout preto nos carros.

BASF

Fábrica alemã de produtos químicos, tinha um dos layouts mais legais da extinta BMW ProCar

Express Delivery

Elas não são tão sexies como os esportivos, ou tão legais como os todo-terreno…mas as Vans tem lá seu charme, além de serem prestativas para transporte de cargas ou pessoas.

DKW Schnellaster
A mãe das atuais minivans (ou carros de mãe, para alguns). Tinha carroceria monovolume, tração dianteira, motor transversal dianteiro. Características que só iriam se repetir nas Renault Espace, Honda Life StepVan e Chrysler Caravan décadas depois.

IFA BARKAS B1000
A única van fabricada na Alemanha Oriental, tinha uma fila de espera semelhante à do trabant, entre 10 a 14 anos. Era comparada com a VW Kombi (Typ 2) durante sua longa vida (1961-1991), embora usasse o mesmo motor 2T tricilíndrico do Wartburg na posição dianteira, ao contrário do boxer traseiro a Kombi, tinha uma capacidade de carga maior além de ser mais versátil. No final da vida, assim como o Wartburg, utilizou motores VW 1.3

Volkswagen Typ 2/ Transporter
A van mais clássica de todas! A Typ 2, ou Kombi, ou Tx, ou VW Bus, etc…teve tantas denominações quanto o Typ 1. Além de ser tão icônico quanto, sendo um dos símbolos da contra-cultura da década de 1960 e do movimento hippie.

RAF 2203
A RAF 2203 era uma van utilizada como veículo de serviço, ambulância e como transporte coletivo na União Soviética.

FIAT 600 Multipla
O 600 Multipla era uma versão 6 lugares do FIAT 600, um pouco maior que um Mini Cooper, que já é minúsculo!

Alfa Romeo Romeo/T10
Também chamado de Autotutto, foi o primeiro modelo comercial leve da Alfa Romeo, substituído pela série AR, que eram baseados nos modelos Iveco. Seu motor foi adotado posteriormente na Guilietta Berlina, ou seja, primeiro o trabalho, depois a diversão.

Renault Estafette
No pós-guerra, o governo francês decidiu que as fabricantes de automóveis deveriam fabricar automóveis de acordo com algumas características, o Plan Pons, e a Renault foi uma das marcas escolhidas para criação de veículos de carga de até 1 ton. Surgiu então a Renault Estafette que cumpriu seu dever por 21 anos(1959-1980).

Dodge A100
A Dodge A100 foi uma das respostas americanas para a VW Typ 2, embora as outras concorrentes tenham sido fabricadas por mais tempo. A pequena van Dodge se tornou famosa entre a galera de arrancada, graças à Little Red Wagon de Bill “Maverick” Golden. Uma A100 pickup com um HEMI 426 e transmissão automática TorqueFlite

Ford Transit
A Transit é uma das mais antigas vans em produção, surgiu da idéia de combinar os pontos fortes da Thames 400E inglesa e da Taunus Transit alemã. Além de ser uma das favoritas do pessoal do top Gear para desafios, como Sabine Schmitz com uma Transit contra Jeremy Clarkson em um Jaguar S-Type em Nordschleife e Richard Hammond com uma versus Shane Jacobson com uma Holden VE Ute

Chevrolet Van
A Chevy Van foi um dos modelos comerciais mais usados nos EUA, em quase 30 anos de produção. Sua terceira geração é famosa por ter sido usada como carro do Esquadrão Classe A.

Citroën HY
Embora a Citroën tenha sido destinada a criar caminhões médios de acordo com o Plan Pons, a marca foi no caminho contrário, e criou a Série H, utilizando trem de força do Traction Avant, e elementos do 2CV. Foi um sucesso de vendas na França, Bélgica e Holanda. Sua característica carroceria ondulada (semelhante aos primeiros 2CV) usava o mesmo conceito da fuselagem do Junkers Ju-52, adicionar rigidez sem adicionar peso à estrutura.

Tempo Matador
Uma espécie de antecessor da VW Typ 2, o Tempo Matador, era um modelo comercial feito com mecânica Volkswagen, antes mesmo da produção da lendária Kombi. Ao contrário da van Volkswagen, possuía motor e tração dianteiros.

Mercedes-Benz MB100
A IMOSA (Indústrias del Motor SA) espanhola, fabricava versões sob licença da Schnellaster, com o fim da DKW, renomearam o modelo como F1000L e utilizavam motores Mercedes-Benz. A Mercedes comprou a fábrica, e aproveitando o modelo, fez uma versão melhorada. A MB100

Bedford CA
A van britânica de maior sucesso antes da Ford Transit, a Bedford CA era um modelo comercial bastante popular da Vauxhall. Com capacidade de até 750kg, enquanto a maioria carregava até 500kg. Utilizava o motor e transmissões do Vauxhall Victor série F.

HANOMAG-Henschel F25
Após a aquisição da Tempo pela HANOMAG, as vans Matador foram renomeadas como F20, F25, F30 e F35. A Daimler-Benz assumiu o controle da HANOMAG e repassou a série F para a Mercedes que logo substituiu pelos T-1. E as Hanomag-Henschel F passaram a ser fabricadas na Índia como Force Matador.

Sedãs Esportivos

Sedãs são carros sóbrios geralmente levam o patrão pro escritório, mas no caso desses 15, levam mais rápido, e com mais estilo

Lancia Thema 8.32
O Thema era um sedã sóbrio e discreto por fora. Mas contava com powertrain da Ferrari Mondial com interior Poltrona Frau.

Mercedes-Benz W201 190E
A Mercedes-Benz procurou a Cosworth para fazer do 190 um carro de ralis, não deu certo…mas nas corridas de turismo fez história!

BMW E28 M5
Na década de 1980, alguém pensou que um M535i não era suficiente e meteu o motor do M1, o resultado foi o sedã produzido em série mais rápido da época! BMW badass acima dessa, só a 850i!

Alfa Romeo 164 Q4
Compartilhando a mesma plataforma do Thema, mas com uma abordagem mais hardcore, o 164 Q4 trazia um V6 3 litros com tração 4×4 integral e câmbio de 6 marchas.

Audi B4 S2
O Audi S2 foi o “herdeiro” do Quattro, feito pra brigar com os BMW M e Mercedes-Benz AMG, vinha com o famoso motor L5 2.2 litros turbo e tração integral

Buick Regal GNX
Feio, preto, indomável…e muito legal. Criado pra ser o Grand National definitivo, vinha com um V6 turbo modesto o suficiente pra ser alcançado por um Corvette ou algo do tipo.

Nissan Skyline R32 GT-R
Em 1989 o mito japonês renasceu! Gojira!!!! Vulgo Nissan Skyline GT-R, um sedã esportivo poderoso o suficiente para esfregar a cara de alguns pony cars no chão. Aliás, dizem as más línguas que essa é uma das razões dele nunca ter sido importado pros EUA.

Opel Lotus Omega
Disponível em apenas British Racing Green, o Lotus Omega se destacava dos Omega normais por alguns penduricalhos, como motor L6 3 litros preparado pela Lotus (aumentado pra 3.6 litros bi-turbo), transmissão do Corvette ZR1, diferencial LSD do Holden Commodore. Apenas isso!

FIAT Tempra Turbo
Um dos sedãs esportivos mais cultuados no Brasil. O Tempra Turbo foi parte da última geração de esportivos reais fabricados no Brasil.

Subaru Impreza WRX
O sucessor do Legacy RS era um sedã menor porém mais ágil. Depois de ganhar fama nos ralis, foi uma das sensações entre os fãs de drift

Mitsubishi Galant VR-4
Assim como antes do Impreza WRX houve o Legacy RS, o ancestral do Lancer Evolution foi o Galant VR-4. Campeão do APRC três vezes com Kenjiro Shinozuka em 1988 e Ross Dunkerton em 1991 e 1992, fora as vitórias no WRC mostravam o potencial da fera.

Opel Commodore B GS/E
A versão esportiva do sério Commodore vinha com um L6 2.8 litros com injeção Bosch D-Jetronic e cerca de 160 HP. Dava pra dar uma apavorada legal nas Autobahnen 😛

Chevrolet Opala SS
O Opala era uma mistura de Opel Commodore e Chevrolet Nova, mas ao contrário dos concorrentes da Ford e Chrysler, não era e nunca teve orignalmente um motor V8, mas seu L6 de 4.1 litros não fazia feio perante os rivais.

Triumph Dolomite Sprint
A resposta inglesa ao BMW 2002 tii, foi o primeiro carro fabricado com mais de duas válvulas por cilindro. Mesmo sendo um 16v SOHC! :S

IKA Torino 380W
Assim como o Opala SS, era um “muscle car” sulamericano. Dotado de um L6 3.8 litros com três Weber 45 de corpo duplo, foi uma lenda hermana, devido ao terceiro lugar nas 84 Horas de Nürburgring de 1969, perdendo a vitória apenas por penalidades.

Citadinos

Carros urbanos não são feitos para serem rápidos, mas para serem ágeis no trânsito caótico das grandes metrópoles atuais. são pequenos e geralmente para 4 passageiros no máximo

Volkswagen Sedan

VW Käfer, Beetle, Carocha, Coccinelle, Fusca, Sedan…etc. Em vários nomes para o mesmo carro em vários países. O carro é resultado de um projeto da década de 30, o KdF-wagen, criado por Ferdinand Porsche. O carro é simples, funcional e com um desenho que atravessou 50 anos com poucas modificações estéticas. Não há muito o que falar sobre ele, é um clássico, um ícone, uma lenda do mundo automotivo.

IFA Sachsenring Trabant

O Trabant é um ícone da cultura socialista, era o carro popular da Alemanha Oriental, foi fabricado pela Sachsenring, uma das fábricas da IFA – Industrieverband Fahrzeugbau, o complexo responsável pela fabricação de veículos do país. A mecânica era baseada na do DKW pré-guerra, com carroceria de duroplast, um composto de fibra de algodão e de vidro desenvolvido na época pois havia racionamento de aço. O simpático carrinho ficou famoso na época da queda do Muro de Berlim, e após a onda de Ostalgie virou simbolo cult.

FIAT 500

O FIAT 500 foi um carro símbolo da Itália, bastante popular e acessível, era um pouco mais caro na época que uma motocicleta, e ágil o bastante para se desolcar pelas ruas estreitas

Smart Fortwo

Resultado de uma parceria nada usual, a famosa marca de relógios suiços Swatch e a Mercedes-Benz. O Swatch foi logo um sucesso, carro pequeno, extremamente fácil de manobrar (você pode estacionar em QUALQUER vaga tanto na longitudinal quanto na transversal!!!!!!) e usava o mesmo estilo informal e jovem dos relógios Swatch, inclusive em divulgações do carro como se fosse um carrinho de brinquedo.

Gurgel BR-800

O Gurgel BR800 foi o carro certo no momento errado , seu projeto inicial, o CENA (Carro Econômico NAcional) previa dois modelos: um com 800 cilindradas e outro com 280, esse último foi vetado, mas como a meta era criar um carro abaixo de um preço limite, muitas coisas que fariam dele ser mais ágil tiveram que ser mudadas entre o protótipo e o modelo de produção para baratear a produção, como o uso de peças compartilhadas de outros carros da época. Também trouxe algumas inovações, como um motor sem correias ou correntes, mas durou pouco.

BMC Mini

Um carro que dispensa comentários, o Mini, famoso nas telas por ser o carro do Mr. Bean, e pelo filme “The Italian Job”, foi um ícone britânico na década de 1960. Um dos carros mais populares do mundo

Citroën 2CV

O 2CV é um símbolo da França, assim como a Torre Eiffel, os vinhedos e blá blá blá. Assim como o Volkswagen, sobreviveu à 2ª Guerra Mundial, e se estabeleceu como carro das massas. O charmoso carro ficou em produção até 1990. Um dos carros mais longevos da história, com quase 40 anos de produção. Oh là là!

Tata Nano

O Tata Nano foi amplamente divulgado como o carro mais barato do mundo. Ideal para o mercado indiano e de alguns países africanos. Foi criado para competir com as motos e scooters, bastatnte populares na Índia. O Segredo do sucesso do Nano foi em eliminar tudo o que é supérfluo. Não tem som; o acesso ao porta-malas se dá somente por dentro do carro; motor 600cm³ bicilíndrico; um retrovisor interno somente; um limpador de pára-brisa; e rodas com três parafusos…

 

Renault Dauphine

O Renault Dauphine era o substituto do 4CV, tinha um porte um pouco maior, mas era no mesmo porte. Tinha boa estabilidade, confortável, e espaço pra bagagem no porta-malas dianteiro. Mas seus pontos fracos eram o desempenho e a robustez.

DAF 600

O DAF 600 parece um carro citadino padrão do final dos anos 1950 e início dos anos 1960. Mas esse carro padrão, trouxe uma revolução, Transmissão Continuamente Variável!!!! Aliás, na curta história da DAF, todos os carros vinham com transmissão CVT…coisa que até hoje as marcas vem adotando num ou noutro carro.

Glas Goggomobil

O Goggomobil foi um dos primeiros carros populares da Europa pós guerra. Tinha um motor de 250cm³ e transmissão com seletor elétrico. e Um design que parecia uma caricatura =P

Nash Metropolitan

O Nash Metropolitan veio na época do American Dream, e a ideia era fazer um carro pequeno, num ambiente onde size matters! Como os americanos faziam carros grandes, resolveram fazer um carro grande em escala reduzida, e aí está o Metropolitan, que tem entre-eixos menor que o do Volkswagen Sedan!

Iso Isetta

Um carro que sempre dá o que falar. Foi feito sob licença em vários países com Brasil, França, Alemanha e Grã-Bretanha. Teoricamente foi o primeiro carro a ser fabricado no Brasil. Mas pelo Código Nacional de Trânsito, não era considerado um carro, pois não possuía duas portas.

NSU Prinz

A NSU é famosa por suas motos, na época do pós-guerra, enveredou na produção de automóveis. O Prinz foi seu primeiro carro como todos os carros do período…motor traseiro de baixa cilindrada, porte pequeno, etc…mas deu origem ao NSU Prinz TTS, um clássico das pistas.

Mazda Carol

O Mazda Carol foi o primeiro carro para 4 pessoas feito pela Mazda. Lançado no início da década de 1960, foi também um dos primeiros kei cars japoneses, classe criada no final da 2ª Guerra Mundial  para estimular a produção de carros de pequeno porte para as cidades.

Grupo C

Houve uma época em que a F1 quase foi obliterada, por carros que além de mais rápidos e velozes (e mais pesados) faziam corridas mais emocionantes e logo foram banidos, além de terem seus motores equalizados com os da F1. Assim como o lendário Gr.B de ralis, os protótipos do Grupo C foram os maiores outlaws das pistas, chegando a alcançar 400 km/h no final da Mulsanne, e mesmo com quase o dobro do peso conseguia fazer voltas mais rápidas que um F1.

Peugeot 905B Evo
Entre 1991 e 1993, a Peugeot mostrou serviço no Grupo C, sendo vice-campeã em 1991 e campeã no ano seguinte, em 1993 repetiu a vitória em Le Mans com facilidade. No ano seguinte, como já não havia mais o Mundial de Carros Esporte, a Peugeot reaproveitou o motor do 905B na F1 através da McLaren.


Porsche 962
Lançado como sucesso do lendário 956, o 962 teve uma vida longa e vitoriosa como seu antecessor, inclusive sobrevivendo ao fim do Grupo C e através da Dauer Racing, que homologou versões de rua para correr na então criada GT1.

Mazda 787
Em 1991, a Mazda roubou a atenção no Mundial de Carros Esporte, ao vencer as 24 Horas de Le Mans com o 787B, sendo a primeira vitória de uma marca japonesa e a primeira vitória de um motor rotativo na clássica corrida francesa. Embora fosse um protótipo C2, terminou sempre entre os dez primeiros durante o pouco tempo que correu, já que no final do ano os motores Wankel foram banidos.

Toyota TS010
Após uma estréia discreta no final da temporada de 1991, o TS010 começou a temporada seguinte se mostrando um rival em potencial dos poderosos Peugeot 905. Ganhou uma corrida no Mundial de Carros Esporte, os 1000 km de Monza, onde herdou a liderança depois de um acidente com o Peugeot que liderava, e com sua regularidade, terminou como vice-campeão, após a Peugeot ganhar todas as corridas seguintes em 1992. No JSPC, venceu as duas últimas corridas encerrando o domínio da Nissan com o R92CP, que mesmo assim venceu na classe. Foi campeão da JSPC na classe C, que equivalia à C2 no padrão FISA.

Mercedes-Benz C11
A Sauber Mercedes-Benz dominou o campeonato de 1990 do Mundial de Carros Esporte, ganhando 8 de 9 provas. A primeira prova foi a despedida do C9, embora a equipe correu nos treinos com C11. Mas após a segunda corrida, com exceção da terceira, ganha pela Jaguar, todas as corridas do ano foram vencidas pelo C11.

Nissan R90CK
O R90CK foi um dos melhores protótipos japoneses do Grupo C, tricampeão do JSPC (1990-1992) e tendo uma boa performance no Mundial, onde foi terceiro colocado em 1990 atrás da campeã Sauber e da vice Jaguar. Além de ser o recordista de maior velocidade final na Mulsanne após a instalação de chicanes, com meros 366 km/h.

Jaguar XJR-14
Criados por Ross Brawn e usando os mesmos Ford HB V8 fornecidos para a F1 porém com potência reduzida em cerca de 50HP para maior durabilidade. Eram mais rápidos que os Fórmula 1 que usavam os mesmos motores HB, e bastante competitivos perante os Sauber/Mercedes-Benz e Peugeot, sendo campeões do Mundial de Carros Esporte em 1991numa disputa acirrada com a Peugeot.

Lancia LC2
Utilizado oficialmente entre 1983 e 1986 pela Lancia HF, e depois por equipes privadas até 1991, o Lancia LC2 era um forte competidor do Porsche 956, mas embora fosse bem mais potente era mais frágil e beberrão. Sendo três vezes vice campeão do Mundial de Carros Esporte (1983-1985), o carro conseguiu apenas três vitórias: 1000km de Ímola em 1983; 1000km de Kyalami em 1984 e os 1000km de Spa em 1985. Seu motor foi feito usando o famoso V8 turbo que a Ferrari desenvolveu para correr na CART como base.

Ford C100
Em homenagem ao lendário GT40, a Ford batizou o C 100 seguindo a mesma lógica (a classe e a altura, dessa vez em centímetros). Foi um dos primeiros carros do recém-criado Grupo C e mesmo utilizando os Ford Cosworth DFY e DFL da Fórmula 1, não era páreo para os Porsche 956 e a Ford se retirou do Mundial de Marcas no final da temporada de 1982.

Aston Martin AMR1
Após um tempo como fornecedora de motores, a Aston Martin decidiu entrar como equipe própria no Mundial de Endurance de 1989, com o AMR1. Mas o carro se mostrou fraco perante os adversários e Alguns acidentes em testes prejudicaram o andamento do projeto na temporada, fazendo a equipe perder algumas provas. Os problemas pareciam que seriam sanados na versão seguinte para o ano de 1990, mas devido à crises o projeto foi encerrado. Houve uma tentativa de um novo carro para 1991 que seria criado por Tony Southgate, mas não foi pra frente. Foi o último Aston Martin de corridas até o DBR9, e o último protótipo até o igualmente malfadado AMR-One.

Porsche 956
Criado em 1982 com a introdução do Grupo C, o Porsche 956 foi junto com o Ford C100, os pioneiros da categoria, embora tenha tido uma vida maior e mais vitoriosa, se mantendo competitivo até o final da década, mesmo sendo “substituído” pelo 962 em 1984, serviu de base para o desenvolvimento dos motores turbo da Porsche na F1.

Toyota 94C-V
Evolução dos 92C-V atualizados para a nova classe LMP-1, o 94C-V não conseguiu alcançar o sucesso do TS010 em competições. Seu melhor resultado foi o segundo lugar geral nas 24H de Le Mans de 1994 após problemas na transmissão no final da prova. Como homenagem, a SARD manteve o nome de Ratzenberger no segundo carro, após sua morte no GP de San Marino de F1.

Alfa Romeo SE 048
Após a saída da Fórmula 1 e com o fim da ProCar, a Alfa Corse pensou em utilizar seu pioneiro V10 3.5 litros no Grupo C e junto com a Abarth criou o SE 048, mas devido a crise que o Grupo FIAT passava, o carro não chegou a ser utilizado no campeonato de 1988. O Tipo 1035, foi substituído por uma versão Abarth dos V12 usados pela Ferrari na F1 naquela época. Em 1990, foi dada a ordem de cancelamento do projeto

Allard J2X-C
Enquanto a maioria dos carros de Grupo C no começo dos anos 1990 se baseavam no desenho dos Porsche 956 e Lancia LC2 de 10 anos atrás, o Allard J2X-C possuía formas bem diferentes para um protótipo de endurance. Com o nome homenageando os carros que correram em Le Mans na década de 1950, o J2X-C possuía um powertrain de F1: Motor Ford Cosworth DFR V8 com transmissão March. Foi um dos últimos carros homologados para Grupo C e a correr sem apoio de um grande fabricante.

Rondeau M382
O pioneiro dos carros criados especificamente pro Gr.C, o Rondeau M382 foi o primeiro calo no sapato dos Porsche 956 no Mundial de 1982, infelizmente graças à FISA que contabilizou 15 pontos conquistados por um Porsche 935 privado. Foi um golpe tão duro, que até o principal patrocinador saiu da equipe.