Fórmula 1

Em 62 anos, a F1 se estabeleceu como o ápice do automobilismo e nesse tempo, muitos carros se destacaram tanto por inovações tecnológicas quanto por serem bem eleborados. Temos aqui 15 carros que marcaram a F1 ao longo dos anos.

Ferrari 312T
Mauro Forghieri criou um modelo simples, limpo e que poderia evoluir mecanicamente de acordo com o regulamento e inovações futuras. O 312T entrou em ação em 1975 e se mostrou um carro competitivo até 1980, onde não era páreo para os turbos e os carro-asa. Nesse período, angariou 4 títulos de construtores (1975, 1976, 1977 e 1979) e 3 de pilotos (1975 e 1977 com Lauda e 1979 com Scheckter).

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All Aboard! #2

Segunda parte do playlist ferroviário =P

…and stay tuned for more news!

Road Songs #6

Sexta parte do tradicional playlist estradeiro

…and stay tuned for more news!

GT1

Com o fim do Mundial de Sport-protótipos em 1992, o pessoal sentiu falta de um campeonato reunindo carros GTs e provas de longa duração. Em 1994 foi criado o BPR Global GT Series, que logo fez sucesso sendo tomado pela FIA e transformado em FIA GT Championship que foi mudando de nome até o atual FIA GT series. Nesse tempo todo, a especificação dos carros GT1 mudou um pouco, temos aqui 15 carros que foram marcos nessa classe

Porsche 911 GT1
Até o 911 GT1, todos os carros da categoria eram modelos com visual semelhante aos de rua. Foi o primeiro a inverter o padrão de desenvolver um carro de rua para as pistas, tentando adaptar o carro de corrida para as ruas.


Toyota GT-ONE
Inspirada pelo sucesso da Mercedes-Benz e Porsche nos campeonatos de GT, a Toyota resolveu criar um GT de corridas que pudesse ser adaptado para as ruas. Explorando a mesma brecha de regulamento que a Mercedes-Benz, acabou participando das 24H de Le Mans de 1998 e 1999 com bons resultados.

Lotus Elise GT1
Com a mudança do BPR para FIA GT em 1997, a Lotus apresentava o sucessor do Lotus Esprit, o Lotus Elise GT1. Embora o anterior fosse comparável ao Porsche 911 GT1 e McLaren F1 GTR, o Elise herdou seus problemas de durabilidade, e após a temporada de 1997, a Lotus dava adeus ao endurance

McLaren F1 GTR
Lançado pouco antes da estréia do BPR, o McLaren F1 fez sucesso na categoria ganhando uma versão de competição a pedido das equipes para correr no BPR. Entre 1995 e 1999 foi um grande sucesso nas pistas em várias categorias de GT.

Nissan R390 GT1
Foi o último a aproveitar a farra da brecha da mala. O R390 era promissor, e teve vida curta (1997-1998), embora tenha tido muitos problemas de durabilidade em 1997, no ano seguinte conseguiu um pódio nas 24 horas de Le Mans.

Mercedes-Benz CLK-GTR
A Mercedes-Benz vendo o sucesso dos GTs resolveu entrar na briga pra encarar Ferraris e Porsches. Pra desenvolver seu carro, secretamente comprou um McLaren F1 GTR da Larbre e enviou para a AMG para testes e desenvolvimento do carro. Apesar de problemas nos freios na primeira corrida, mostrou-se o carro a ser batido.

Panoz Esperante GTR-1
Don Panoz junto com o pessoal da Reynard e da Ford resolveu entrar na brincadeira, e fazer uma versão especial do seu Panoz Esperante. Com motor Roush da Nascar e direito a ser o proprietário do único Esperante GTR-1 homologado para as ruas.

Maserati MC12
Era uma evolução da Ferrari Enzo, que marcava o retorno da marca depois de 37 anos. Dominou o FIA GT entre 2004 e 2010

Ferrari F40 LM
Embora a Ferrari não tivesse a intenção de utilizá-la em corridas, algumas pessoas viram potencial na F40 e provou-se ser um carro competitivo, nisso a Ferrari estendeu a vida útil do modelo em alguns anos fazendo a F40 LM, que logo seria substituída pela versão esportiva da F50.

Lister Storm GTL
O GTL foi uma evolução do Storm GTS para tentar acompanhar o ritmo dos CLK-GTR, e 911 GT1, mas infelizmente era pouco durável e não muito competitivo. Embora tenha tido mais sorte correndo como GT2.

Saleen S7R
Após a farra que tinham feito entre 1996 e 1998, os GT1 voltaram a ser carros menos protótipos, e o Saleen S7R retomava a filosofia de carro de corrida feito a partir do modelo de rua. Foi bem-sucedido no tempo em que correu no FIA GT e ALMS entre 2000 e 2007

Ford GT1
Embora o Ford GT tenha sido fabricado entre 2004 e 2006, o GT1 foi criado e usado entre 2009 e 2011 no FIA GT sem muitos resultados.

Honda NSX Turbo GT1
O NSX Turbo foi uma tentativa japonesa de resposta ao McLaren F1 GTR, embora fossem rápidos não conseguiram bons resultados nas 24 horas de Le Mans de 1995

Ferrari F50 GT
Com o lançamento da Ferrari F50 e o sucesso da F40 LM no BPR, a fábrica de Maranello cogitou uma versão GT1 do novo carro, mas foi cancelada graças ao Porsche 911 GT1 embora esse tenha corrido como convidado e não marcasse pontos no campeonato. Uma pena…

Venturi 600 LM
Uma das vedetes do BPR, o esportivo francês botava no bolso F40, McLaren F1 e demais com razoável facilidade, porém ficou defasado com rapidez.

Sedãs Esportivos

Sedãs são carros sóbrios geralmente levam o patrão pro escritório, mas no caso desses 15, levam mais rápido, e com mais estilo

Lancia Thema 8.32
O Thema era um sedã sóbrio e discreto por fora. Mas contava com powertrain da Ferrari Mondial com interior Poltrona Frau.

Mercedes-Benz W201 190E
A Mercedes-Benz procurou a Cosworth para fazer do 190 um carro de ralis, não deu certo…mas nas corridas de turismo fez história!

BMW E28 M5
Na década de 1980, alguém pensou que um M535i não era suficiente e meteu o motor do M1, o resultado foi o sedã produzido em série mais rápido da época! BMW badass acima dessa, só a 850i!

Alfa Romeo 164 Q4
Compartilhando a mesma plataforma do Thema, mas com uma abordagem mais hardcore, o 164 Q4 trazia um V6 3 litros com tração 4×4 integral e câmbio de 6 marchas.

Audi B4 S2
O Audi S2 foi o “herdeiro” do Quattro, feito pra brigar com os BMW M e Mercedes-Benz AMG, vinha com o famoso motor L5 2.2 litros turbo e tração integral

Buick Regal GNX
Feio, preto, indomável…e muito legal. Criado pra ser o Grand National definitivo, vinha com um V6 turbo modesto o suficiente pra ser alcançado por um Corvette ou algo do tipo.

Nissan Skyline R32 GT-R
Em 1989 o mito japonês renasceu! Gojira!!!! Vulgo Nissan Skyline GT-R, um sedã esportivo poderoso o suficiente para esfregar a cara de alguns pony cars no chão. Aliás, dizem as más línguas que essa é uma das razões dele nunca ter sido importado pros EUA.

Opel Lotus Omega
Disponível em apenas British Racing Green, o Lotus Omega se destacava dos Omega normais por alguns penduricalhos, como motor L6 3 litros preparado pela Lotus (aumentado pra 3.6 litros bi-turbo), transmissão do Corvette ZR1, diferencial LSD do Holden Commodore. Apenas isso!

FIAT Tempra Turbo
Um dos sedãs esportivos mais cultuados no Brasil. O Tempra Turbo foi parte da última geração de esportivos reais fabricados no Brasil.

Subaru Impreza WRX
O sucessor do Legacy RS era um sedã menor porém mais ágil. Depois de ganhar fama nos ralis, foi uma das sensações entre os fãs de drift

Mitsubishi Galant VR-4
Assim como antes do Impreza WRX houve o Legacy RS, o ancestral do Lancer Evolution foi o Galant VR-4. Campeão do APRC três vezes com Kenjiro Shinozuka em 1988 e Ross Dunkerton em 1991 e 1992, fora as vitórias no WRC mostravam o potencial da fera.

Opel Commodore B GS/E
A versão esportiva do sério Commodore vinha com um L6 2.8 litros com injeção Bosch D-Jetronic e cerca de 160 HP. Dava pra dar uma apavorada legal nas Autobahnen 😛

Chevrolet Opala SS
O Opala era uma mistura de Opel Commodore e Chevrolet Nova, mas ao contrário dos concorrentes da Ford e Chrysler, não era e nunca teve orignalmente um motor V8, mas seu L6 de 4.1 litros não fazia feio perante os rivais.

Triumph Dolomite Sprint
A resposta inglesa ao BMW 2002 tii, foi o primeiro carro fabricado com mais de duas válvulas por cilindro. Mesmo sendo um 16v SOHC! :S

IKA Torino 380W
Assim como o Opala SS, era um “muscle car” sulamericano. Dotado de um L6 3.8 litros com três Weber 45 de corpo duplo, foi uma lenda hermana, devido ao terceiro lugar nas 84 Horas de Nürburgring de 1969, perdendo a vitória apenas por penalidades.

Cunha

O formato em cunha apareceu no final dos anos 60/início dos anos 70 como um estilo radical e futurista…durou até a década de 1990! Moldou toda uma geração de carros dos sonhos de muita gente, seja em filmes, séries, posters, ou revistas.

Lotus Esprit

A primeira geração do Esprit ficou famosa como Wet Nellie, o carro submarino do 007 em O Espião que me amava, após a cena de perseguição onde o carro era perseguido por moto, carro e um helicóptero. Retornou como Bond car em sua geração posterior, na versão Essex Esprit Turbo. Logo, se tornou um dos queridinhos do cinema, alavancando a imagem da Lotus entre as décadas de 1980 e início de 1990. Instinto Selvagem, Espião Por Engano, Uma Linda Mulher, Milionário num Instante, Rookie – Um Profissional de Perigo e a série The Highwayman, o Esprit estava em todas.


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Estradas

Por definição, estradas são linhas de comunicação terrestres utilizadas por veículos automotores. Mas algumas estradas são muito mais que apenas uma ligação entre A e B. Temos aqui 15 das melhores estradas do mundo, tanto por prazer em dirigir, quanto pela beleza da paisagem

Transfăgărășan – Romênia
A estrada serpenteia o setor sul dos Cárpatos e era uma estrada militar, servindo de acesso em caso de uma possível invasão soviética. por conta da topografia é cheia de hairpins, curvas em S e descidas cegas, etc.


Trollstigen – Noruega
O Caminho dos Trolls foi criado em 1936 pelo Rei Haakon VIII da Noruega, ligando as cidades de Åndalsnes e Valldal. É uma estrada montanhosa famosa por suas 11 curvas fechadas e até 9% de inclinação com mirantes, cachoeiras e paredões rochosos.

Colle del Gran San Bernardo – Itália/Suíça
Talvez a mais antiga das estradas da lista, O Passo do Grande São Bernardo segue pelos Alpes entre a Suíça e a Itália além de seus 9% de inclinação e virtualmente ser impossível trafegar no inverno (um túnel foi construído em 1964 para facilitar o tráfego) tem relevância histórica…foi lá que as tropas de Napoleão derrotou o exército imperial austríaco em 1800.

Col de Turini – Monte Carlo
Considerada uma das melhores estradas para dirigir no mundo, Col de Turini não é apenas uma passagem entre Moulinet e La Bollène-Vésubie na região dos Alpes Marítimos da França. É um trecho icônico do Rali de Monte-Carlo com suas estradas estreitas e inúmeros hairpins, além de ter sido parte do lendário Tour de France em 1948, 1950 e 1975.

US Route 66 – Estados Unidos
A Estrada Mãe dos Estados Unidos, foi criada em 1926 e cortava o país de Leste à Oeste. Era um símbolo da Liberdade e do American Way of Life, mas a criação das Interestaduais em 1956, botou um fim gradual na Rota 66, sendo extinta em 1985. Mas seu apelo na cultura americana é tão grande que ainda hoje, muitos viajam pelo trajeto original da Rota 66.

Usui-tōge – Japão
O trecho de ligação entre Nagano e Gunma, uma das principais rotas de transporte da parte central do Japão. A National Route 18

Haruna-tōge – Japão
Alguns devem conhecer o monte Akina da série Initial D, mas ele na verdade foi criado inspirado no monte Haruna, uma das três montanhas de Jōmō.

Overseas Highway – Estados Unidos
A Overseas Highway era inicialmente a Overseas Railroad, extensão da Florida East Coast Railroad que ia até Key West. Mas em 1935, um furacão destruiu partes da estrada de ferro e a companhia férrea Florida East Coast Railway não andava bem de finanças e vendeu o trecho para o Estado. Feita a reforma, virou uma das estradas mais belas do mundo, ligando a Florida com a região do Golfo do México.

Atlanterhavsveien – Noruega
A Rodovia do Atlântico é uma seção da Fylkesvei 64, que liga a ilha de Averøy com a península de Romsdal. É razoavelmente curta, tem 8,3 km, mas é famosa pela ponte de Storseisundet.

Jebel Hafeet – Emirados Árabes Unidos
Uma estrada serpenteando montanhas e atravessando o deserto dos Emirados Árabes Unidos entre Omã e Dubai que acaba em um estacionamento próximo a um hotel e o palácio dos governantes locais. Nada mais legal que isso. Simples e direto!

Passo dello Stelvio – Itália
Criada entre 1820-1825 para ligar a província da Lombardia ao Império Austro-húngaro. Após a anexação da Lombardia pelo Reino da Itália, passou a servir de fronteira entre os dois impérios. Deixando a história e geografia pra lá…Temos a segunda estrada mais alta dos Alpes e seus 60 hairpins desafiam inclusive lendas como Stirling Moss que acabou batendo numa prova de Clássicos.

Paso Internacional Los Libertadores – Argentina/Chile
Mais conhecida como los Caracoles, por causa dos inúmeros hairpins, essa estrada liga Santiago (Chile) até Mendoza (Argentina) através da Cordilheira dos Andes. Por conta do trajeto sinuoso, sem guard-rails e nevascas frequentes, torna a condução extremamente perigosa.

Ruifang – Taiwan
A Provincial Highway 62, liga o distrito de Ruifang com o distrito de Anle em Taiwan. E passa serpenteando a área montanhosa de Jiufen, que além de ter sido um vilarejo de razoável importância pela extração de ouro entre 1893 e 1971, era um vilarejo isolado e após o fim da extração de ouro, decaiu muito retornando à condição de vila abandonada. Atualmente se tornou um dos pontos mais visitados (e fotografados) de New Taiwan City.

Icefields Parkway – Canadá
A Highway 93 de Alberta do Norte liga os parques nacionais de Banff e Jasper atravessando as Montanhas Rochosas. Não é tão sinuosa quanto as estradas Européias, mas os motoristas devem ter atenção com animais que cruzam a pista.

Guoliang Tunnel – China
Num pequeno vilarejo praticamente isolado nas montanhas Taihang na China, 13 moradores começaram a escavar a montanha para criar uma rota de ligação da vila com o mundo externo, o que só era possível através de uma trilha esculpida nas montanhas. Em 5 anos de trabalho duro e após algumas mortes, o túnel foi feito.